Paralisação

Profissionais da Educação entram em greve em Araguaína; Sintet apresenta reivindicações

Categoria reclama da ausência de respostas da gestão municipal.

Por Redação 1.033
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07/05/2025 14h29 - Atualizado há 8 meses
Mobilização de profissionais da educação em frente à Prefeitura de Araguaína

Notícias de Araguaína – Os profissionais da rede municipal de ensino de Araguaína deflagraram greve geral. A decisão foi tomada em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (7/5) e comunicada à prefeitura por meio de ofício enviado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet).

Segundo o sindicato, a paralisação ocorre em protesto pela valorização da carreira, pagamento de direitos atrasados e cumprimento da legislação que garante condições adequadas de trabalho aos educadores, além da ausência de respostas concretas às reivindicações apresentadas várias vezes ao prefeito Wagner Rodrigues (União Brasil).

As principais reivindicações da categoria são:

- Pagamento das progressões funcionais;

- Aprovação e implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores administrativos

- Cumprimento da lei do piso nacional com a devida implementação de 1/3 de hora-atividade para os professores, ou seja, 33,3% da carga horária para planejamento.

“A categoria deliberou pela greve porque está insatisfeita e reclama com direito pela valorização da carreira e pela garantia de direitos. Basta boa vontade da gestão para cumprir a lei que garante a hora-atividade dos professores. Já a pauta dos administrativos está estagnada; a carreira precisa evoluir”, disse Rosy Franca, presidente do Sintet Regional de Araguaína.

A mobilização começou na terça-feira (6), com uma paralisação e ato público em frente à prefeitura, onde servidores empunharam faixas e cartazes cobrando o atendimento da pauta. Na manhã desta quarta-feira, um novo protesto foi realizado com a participação de dezenas de profissionais da educação.

Conforme o Sintet, a greve segue por tempo indeterminado, a partir de 72 horas do comunicado ou até que a gestão municipal apresente propostas concretas de negociação e atendimento das demandas da categoria.

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