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Memória Internacional

Atentados de 11 de Setembro: tragédia que mudou o mundo completa 24 anos

Charles Michael é graduado em Jornalismo pela Universidade Estácio de Sá.

Por Colaboração do leitor
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11/09/2025 15h36 - Atualizado há 7 meses
Torres do World Trade Center após ataques.

Notícias do Tocantins - Na manhã de 11 de setembro de 2001, o mundo parou diante das imagens transmitidas ao vivo das Torres Gêmeas, em Nova York, sendo atingidas por aviões sequestrados. Pouco depois, outro avião atingiu o Pentágono, em Washington, e uma quarta aeronave caiu na Pensilvânia após passageiros reagirem ao sequestro.

No total, cerca de três mil pessoas morreram, entre civis, bombeiros e policiais. O atentado foi reivindicado pela organização terrorista Al-Qaeda, liderada por Osama Bin Laden.

As consequências do episódio foram profundas: os Estados Unidos iniciaram a chamada “Guerra ao Terror”, que incluiu a invasão ao Afeganistão, mudanças rigorosas nas regras de segurança em aeroportos e um novo cenário geopolítico mundial.

Mesmo passadas mais de duas décadas, a memória desse dia permanece viva, sendo lembrada anualmente em cerimônias que homenageiam as vítimas e reforçam a necessidade de união contra o terrorismo.

Após o atentado de 11 de setembro de 2001, em Nova York, a poeira tóxica resultante do colapso das Torres Gêmeas causou sérios problemas de saúde em socorristas, trabalhadores de resgate e moradores da região. Essa poeira continha substâncias como amianto, metais pesados e produtos químicos cancerígenos, que afetaram gravemente o sistema respiratório e aumentaram o risco de câncer entre os expostos.

Doenças e mortes associadas à exposição

Doenças respiratórias: Muitos socorristas e trabalhadores desenvolveram doenças pulmonares graves, como sarcoidose e asma, devido à inalação da poeira tóxica. 

Cânceres relacionados: Até março de 2023, 3.767 socorristas e sobreviventes morreram de cânceres associados à exposição durante os ataques, superando o número de vítimas fatais do próprio atentado. 

Mortes adicionais: Vítimas como Felicia Dunn-Jones, que faleceu cinco meses após o ataque devido a complicações respiratórias relacionadas à poeira, foram oficialmente reconhecidas como vítimas do 11 de setembro. 

Esses efeitos duradouros destacam a importância de medidas de proteção e monitoramento de saúde para aqueles expostos a ambientes contaminados por substâncias tóxicas.

Fontes: Proteção, Noticias R7, AcheiUSA

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