Após elevar tributos, Dilma veta correção da tabela do IR em 6,5% e cidadão pagará ainda mais

Por Redação AF
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20/01/2015 08h03 - Atualizado há 1 mês
<span style="font-size:14px;">Depois que seu governo anunciou um <a href="http://www.afnoticias.com.br/noticia-7694-governo-dilma-anuncia-pacote-de-aumento-de-impostos-para-arrecadar-r-20-6-bilhoes-combustivel-tera-r.html" target="_blank">pacote de eleva&ccedil;&atilde;o de tributos</a>, a presidente Dilma Rousseff vetou o texto aprovado pelo Congresso que corrigia em 6,5% a tabela do Imposto de Renda das pessoas f&iacute;sicas.<br /> <br /> A medida aliviaria a tributa&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios e outros rendimentos, ao utilizar um &iacute;ndice mais compat&iacute;vel com a infla&ccedil;&atilde;o do ano passado, de 6,41%.<br /> <br /> Neste momento, por&eacute;m, a prioridade mais imediata &eacute; conseguir mais receitas para reequilibrar as contas do Tesouro Nacional.<br /> <br /> <em>&ldquo;A proposta levaria &agrave; ren&uacute;ncia fiscal na ordem de R$ 7 bilh&otilde;es, sem vir acompanhada da devida estimativa do impacto or&ccedil;ament&aacute;rio-financeiro&rdquo;</em>, justificou o Planalto no &ldquo;Di&aacute;rio Oficial&rdquo; desta ter&ccedil;a-feira (20).<br /> <br /> A administra&ccedil;&atilde;o petista dever&aacute; promover novamente uma corre&ccedil;&atilde;o de 4,5% da tabela, correspondente &agrave; meta oficial de infla&ccedil;&atilde;o - que &eacute; descumprida desde 2010. Na pr&aacute;tica, haver&aacute;, novamente, um aumento do IR.<br /> <br /> Isso acontece porque os trabalhadores que conseguem corre&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios passam a pagar al&iacute;quotas mais altas.<br /> <br /> Em documentos publicados nos governos Lula e FHC, a Receita Federal defendeu essa alta de carga tribut&aacute;ria com o argumento de que o IR das pessoas f&iacute;sicas arrecada pouco no Brasil para padr&otilde;es internacionais.<br /> <br /> A al&iacute;quota mais alta do pa&iacute;s, por exemplo, &eacute; de 27,5%, contra, por exemplo, 35% na Argentina e 40% no Chile. Em pa&iacute;ses desenvolvidos, s&atilde;o comuns al&iacute;quotas de 50% ou mais.</span>
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