Ecoporto Praia Norte deve começar a operar já no inicio do próximo ano

Por Redação AF
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30/09/2014 10h02 - Atualizado há 2 meses
<span style="font-size:14px;">O Ecoporto de Praia Norte est&aacute; sendo instalado na cidade hom&ocirc;nima, &agrave;s margens do Rio Tocantins, a 619 km de Palmas.<br /> <br /> Na rota de tr&ecirc;s dos principais portos fluviais do Brasil: o de Manaus (AM), o de Bel&eacute;m (PA) e o de Itaqui (MA), ele ser&aacute; uma rota alternativa de sa&iacute;da rumo ao Atl&acirc;ntico, tornando-se assim um dos mais importantes empreendimentos para a infraestrutura log&iacute;stica do Tocantins e de integra&ccedil;&atilde;o das regi&otilde;es Centro-Oeste, Norte e Sudeste.<br /> <br /> Com investimento inicial de R$ 20 milh&otilde;es, a primeira fase do projeto compreende a constru&ccedil;&atilde;o do p&aacute;tio de carretas e containers, balan&ccedil;a, portaria, &aacute;rea de seguran&ccedil;a e rampa. As obras de infraestrutura no local s&atilde;o de responsabilidade do governo do Estado, que est&aacute; construindo estrada de acesso, rampa, balan&ccedil;a, estrutura de seguran&ccedil;a e rede de alta e baixa tens&atilde;o.&nbsp; Na segunda fase, ser&atilde;o constru&iacute;dos os silos e galp&otilde;es, que custar&atilde;o R$ 50 milh&otilde;es.<br /> <br /> O porto vai operar embarca&ccedil;&otilde;es de pequeno e m&eacute;dio porte no transporte de carga e descarga de produtos e mercadorias pelo Rio Tocantins, partindo de Praia Norte at&eacute; Bel&eacute;m e Manaus. Conforme a diretora operacional do empreendimento, Sandra Kramer, o porto come&ccedil;a a operar no in&iacute;cio de 2015, com cargas teste, e ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o de silos e armaz&eacute;ns para recebimento de gr&atilde;os, ser&aacute; transportada soja dos estados do Tocantins, Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Par&aacute; e Bahia.<br /> <br /> <em>&ldquo;No ano que vem n&oacute;s queremos iniciar cargas teste em torno de 30 mil toneladas no per&iacute;odo de oito meses de navega&ccedil;&atilde;o. A partir de 2016, n&oacute;s iremos subir para 150 mil toneladas e, em 2020, de forma gradativa, queremos chegar a 1,5 tonelada somente de soja, al&eacute;m da carga geral&rdquo;,</em> afirma Sandra. A diretora ressalta que o porto tamb&eacute;m vai receber mercadorias produzidas na Zona Franca de Manaus.<br /> <br /> O empreendimento deve atrair ind&uacute;strias para a regi&atilde;o e empresas do setor de navega&ccedil;&atilde;o, beneficiando munic&iacute;pios do Bico do Papagaio com a gera&ccedil;&atilde;o de emprego e o aquecimento da economia local. &ldquo;<em>O nosso objetivo quando viemos para o Estado do Tocantins colocar o porto foi a sensibiliza&ccedil;&atilde;o daquela regi&atilde;o, para desenvolver a industrializa&ccedil;&atilde;o e gerar empregos e, com isso, ajudar na log&iacute;stica da Zona Franca de Manaus e da carga de soja&rdquo;</em> ressalta a diretora.</span>
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