Empresa espanhola quer voltar a desenvolver parcerias com Tocantins

Por Redação AF
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19/06/2015 14h25 - Atualizado há 3 meses
<span style="font-size:14px;">O grupo Tragsa quer ser reconhecido com uma &ldquo;empresa parceira do Estado do Tocantins&rdquo; e retomar projetos nas &aacute;reas de infraestrutura, recursos h&iacute;dricos, desenvolvimento agr&iacute;cola e a&ccedil;&otilde;es de cuidado e preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. A proposta foi apresentada ao governador Marcelo Miranda e comitiva nesta quinta-feira (18), em uma reuni&atilde;o na sede da empresa em Madrid, Espanha.<br /> <br /> Este foi o primeiro encontro de neg&oacute;cios do governador na capital espanhola, depois de cumprir agenda de compromissos e participar da reuni&atilde;o anual do GCF &ndash; a For&ccedil;a Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas &ndash;, que aconteceu em Barcelona, a cerca de 600 km de Madrid.<br /> <br /> O presidente do grupo, Miguel de C&oacute;rdoba, manifestou alegria em receber o governador, secret&aacute;rios de Estado e assessores para poder apresentar tudo o que a empresa tem a oferecer e em retomar os contatos com o Tocantins, onde a empresa espanhola iniciou sua opera&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s.<br /> <br /> <em>&ldquo;Tocantins foi o primeiro ponto de aterrissagem no Brasil. Fizemos os primeiros trabalhos, mas infelizmente os projetos ficaram no ar. Esse contato com o governador &eacute; muito importante para recome&ccedil;ar o que foi suspenso no passado e, inclusive, pensar em novas parcerias&rdquo;</em>, disse o presidente.<br /> <br /> Na pr&oacute;pria reuni&atilde;o, o governador Marcelo Miranda determinou &agrave; secret&aacute;ria de Meio Ambiente e Recursos H&iacute;dricos, Meire Carreira, para que forme uma equipe para analisar cada uma das propostas que foram feitas &agrave; gest&atilde;o anterior, bem como estudar outras possibilidades de parceria&nbsp; com os espanh&oacute;is.<br /> <br /> <u><strong>Tragsa</strong></u><br /> <br /> Quando foi criada pelo governo espanhol, a Tragsa tinha como objetivo atuar em casos especiais onde o pa&iacute;s necessitasse de obras e a&ccedil;&otilde;es emergenciais. Mas a companhia avan&ccedil;ou, conseguiu excel&ecirc;ncia em v&aacute;rios setores e acabou ganhando o mundo. No Tocantins, a empresa j&aacute; firmou e concretizou conv&ecirc;nios para gest&atilde;o de recursos hidrogr&aacute;ficos e forma&ccedil;&atilde;o de brigadas florestais.<br /> <br /> A empresa j&aacute; havia apresentado outros seis projetos ao governo anterior, mas, apesar da primeiras tratativas terem ocorrido, a gest&atilde;o passada n&atilde;o deu andamento &agrave; an&aacute;lise das propostas e abandonou as negocia&ccedil;&otilde;es. Na lista est&atilde;o a participa&ccedil;&atilde;o na elabora&ccedil;&atilde;o do Cadastro Ambiental Rural (CAR), projetos na &aacute;rea de irriga&ccedil;&atilde;o e saneamento b&aacute;sico.<br /> <br /> A Tragsa tem hoje cerca de 10 mil funcion&aacute;rios, fatura cerca de &euro;800 milh&otilde;es por ano, quase R$ 3 bilh&otilde;es.<br /> <br /> <strong><u>Minist&eacute;rio da Agricultura</u></strong><br /> <br /> Acompanhado do presidente da Tragsa, Miguel de C&oacute;rdoba, o governador Marcelo Miranda e os secret&aacute;rios de Meio Ambiente e Recursos H&iacute;dricos, Meire Carreira e da Comunica&ccedil;&atilde;o Social, Rog&eacute;rio Silva, tamb&eacute;m estiverem na sede do Minist&eacute;rio da Agricultura, Alimenta&ccedil;&atilde;o e Meio Ambiente (Magrama) foram recebidos pelo subsecret&aacute;rio do Minist&eacute;rio, Jaime Haddad Sanchez de Cueto.<br /> <br /> Em seguida, o grupo esteve reunido com o diretor de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais do minist&eacute;rio, Gonzalo Eiriz Gerv&aacute;s. Segundo o diretor, o governo espanhol ficou impressionado com as possibilidades de neg&oacute;cios com o Estado, sobretudo nas &aacute;reas ambiental e do agroneg&oacute;cio. Ele explicou que, atualmente, o governo desenvolve um projeto de mapeamento do territ&oacute;rio da Espanha que se assemelha ao cadastramento rural que est&aacute; em curso no Tocantins, por isso, ele entende que &eacute; em projetos como esse que seu pa&iacute;s e o estado brasileiro oferecem perspectivas para coopera&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas.</span>
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