Governo já convocou 4.264 mulheres de 2011 até agora para serem servidoras do Estado

Por Redação AF
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25/09/2014 10h40 - Atualizado há 3 meses
<span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br /> <br /> Dos quase 10 mil concursados (9.738) chamados pelo governo do Estado de 2011 a 2014, 43,78%, ou seja, 4.264 pessoas, s&atilde;o mulheres. O avan&ccedil;o do emprego as mulheres coincide com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad) de 2013, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica na semana passada.<br /> <br /> Conforme a pesquisa, a popula&ccedil;&atilde;o do Tocantins &eacute; composta em sua maioria por mulheres. Dos 1,34 milh&atilde;o de habitantes, 680 mil (50,75%) s&atilde;o do sexo feminino. A quantidade de mulheres efetivas no servi&ccedil;o p&uacute;blico deve aumentar quando forem chamados os novos 517 policiais civis. O concurso, que est&aacute; em andamento, n&atilde;o reservou vagas de acordo com g&ecirc;nero e, assim, os aprovados ser&atilde;o aqueles que tiverem as melhores notas, independente do sexo.<br /> <br /> De acordo com o secret&aacute;rio de Estado de Administra&ccedil;&atilde;o, Lucio Mascarenhas, a realiza&ccedil;&atilde;o de concursos &eacute; uma forma democr&aacute;tica de garantir a inser&ccedil;&atilde;o da mulher no mercado de emprego. <em>&ldquo;A realiza&ccedil;&atilde;o de concursos p&uacute;blicos garante a igualdade de condi&ccedil;&otilde;es a todos aqueles que desejam seguir carreira p&uacute;blica. Dentro deste contexto, &eacute; ineg&aacute;vel o crescimento da participa&ccedil;&atilde;o feminina, sendo que o Estado do Tocantins segue a tend&ecirc;ncia nacional&rdquo;</em>, apontou.<br /> <br /> Segundo Mascarenhas existem muitas vantagens em seguir carreira no setor p&uacute;blico. <em>&ldquo;Diferente de v&aacute;rios segmentos da iniciativa privada, no servi&ccedil;o p&uacute;blico as mulheres n&atilde;o precisam enfrentar situa&ccedil;&otilde;es adversas, como a redu&ccedil;&atilde;o salarial em rela&ccedil;&atilde;o a homens exercendo o mesmo cargo. Este pode ser um dos fatores que estimulam as mulheres a ingressar na carreira p&uacute;blica&rdquo;</em>, ressaltou.<br /> <br /> <u><strong>Presen&ccedil;a feminina</strong></u><br /> <br /> Alguns fatores t&ecirc;m colocado as mulheres na linha de frente na conquista do mercado de emprego. A professora Jocyleuza Bezerra Costa Ara&uacute;jo destaca por que decidiu seguir carreira p&uacute;blica e fala do perfil feminino. <em>&ldquo;O concurso p&uacute;blico nos d&aacute; estabilidade e n&oacute;s queremos essa estabilidade. E a mulher tem conquistado esse espa&ccedil;o porque tem buscado cada vez mais se capacitar&rdquo;</em>, destacou.<br /> <br /> A analista em desenvolvimento social Lays Feitoza Reis tamb&eacute;m destaca as vantagens de se trabalhar no Estado.<em> &ldquo;A estabilidade, a seguran&ccedil;a, o poder de escolha do quadro conforme sua &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, me atra&iacute;ram para o setor p&uacute;blico. As mulheres buscam independ&ecirc;ncia, antes de tudo, e o funcionalismo p&uacute;blico &eacute; uma base de seguran&ccedil;a para a mulher&rdquo;</em>, disse.<br /> <br /> Concursada desde 2011 a assistente da Sa&uacute;de Eliz&acirc;ngela de Oliveira destaca que tamb&eacute;m encontrou no concurso p&uacute;blico a possibilidade de alcan&ccedil;ar a estabilidade. <em>&ldquo;As mulheres est&atilde;o buscando mais se qualificar. Nos cursos da Escola de Governo que eu participo vejo que mais de 80% do p&uacute;blico &eacute; feminino. O Estado te d&aacute; estabilidade e aqui temos a possibilidade de ascens&atilde;o profissional&rdquo;</em>, ressaltou</span>
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