Justiça decreta prisão de suspeitos de incendiar ônibus; ataques aconteceriam em outras cidades

Por Redação AF
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04/03/2015 12h49 - Atualizado há 3 semanas
<span style="font-size:14px;">A pris&atilde;o tempor&aacute;ria dos quatro suspeitos de participa&ccedil;&atilde;o nos tr&ecirc;s ataques a &ocirc;nibus coletivo em Palmas foi decretada pela Justi&ccedil;a na manh&atilde; desta quarta-feira (4). A medida atende a uma solicita&ccedil;&atilde;o da Delegacia Estadual de Investiga&ccedil;&otilde;es Criminais (Deic). Segundo a pol&iacute;cia, esse procedimento &eacute; necess&aacute;rio para que as autoridades que investigam o caso juntem ainda mais provas ao processo que seguir&aacute; para a Justi&ccedil;a.<br /> <br /> Conforme a Pol&iacute;cia, desde os ataques,&nbsp;</span><span style="font-size:14px;">ocorridos entre os dias 27 e 28 de fevereiro,</span><span style="font-size:14px;">&nbsp;as investiga&ccedil;&otilde;es j&aacute; apontavam para os quatros suspeitos presos. S&atilde;o eles, Jos&eacute; Luzio dos Santos, 21&nbsp;anos, Isais Bruno Lima de Melo, 19 anos, Bruno Burjaque da Silva Santos, 22 anos, Jonathan Koopa, 22 anos.<br /> <br /> Ainda conforme a Pol&iacute;cia, um quinto integrante dessa suposta quadrilha tamb&eacute;m foi preso, mas liberado por ter contribu&iacute;do com as investiga&ccedil;&otilde;es. Por conta de uma recompensa oferecida pelo prefeito de Palmas, Carlos Amastha, no valor de R$ 15 mil, ele entregou o esquema e apontou os demais envolvidos.<br /> <br /> Esse suspeito confessou &agrave; titular da Deic, delegada Liliane Albuquerque, que a ordem dos ataques teria partido de dentro da Casa de Pris&atilde;o Provis&oacute;ria de Palmas (CPPP), como forma de descontentamento pela aus&ecirc;ncia de visitas no &uacute;ltimo final de semana. <em>&ldquo;Trabalhamos na investiga&ccedil;&atilde;o dessa informa&ccedil;&atilde;o e j&aacute; identificamos quais teriam sido esses mandantes. Por&eacute;m, n&atilde;o podemos adiantar mais detalhes&rdquo;</em>, disse a delegada.<br /> <br /> As investiga&ccedil;&otilde;es devem apontar ainda quais os mandantes dos ataques nas pris&otilde;es de Aragua&iacute;na. Segundo o subtenente das Rondas Ostensivas T&aacute;ticas Metropolitana (Rotam), Gleidson Ribeiro, o grupo pretendia avan&ccedil;ar nos ataques. <em>&ldquo;Eles pretendiam atacar outros lugares no Estado, com possibilidade do pr&oacute;ximo ser Gurupi&rdquo;,</em> disse.<br /> <br /> A pris&atilde;o dos suspeitos envolveu equipes da Rotam, da Pol&iacute;cia Militar (PM), da Pol&iacute;cia Civil e Guarda Metropolitana de Palmas.</span>
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