Médico do Hospital Regional de Araguaína está na mira da Promotoria do Patrimônio Público

Por Redação AF
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19/11/2013 19h32 - Atualizado há 1 segundo
<div style="text-align: justify;"> <span style="font-size:14px;"><u>Arnaldo Filho</u><br /> <em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br /> <br /> O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual, atrav&eacute;s da Promotoria do Patrim&ocirc;nio P&uacute;blico e Tutela das Funda&ccedil;&otilde;es de Aragua&iacute;na, est&aacute; promovendo uma verdadeira ca&ccedil;a &agrave;queles que exercem v&aacute;rias atividades na condi&ccedil;&atilde;o de servidores p&uacute;blicos e jamais poder&atilde;o estar em dois lugares ao mesmo tempo, contrariando lei da F&iacute;sica.<br /> <br /> De acordo com informa&ccedil;&otilde;es, o promotor Alzemiro Wilson Peres Freitas intensificou as investiga&ccedil;&otilde;es e instaurou procedimento a fim de averiguar den&uacute;ncias, principalmente no Hospital Regional de Aragua&iacute;na. O objetivo &eacute; evitar graves preju&iacute;zos ao er&aacute;rio p&uacute;blico e coibir as mordomias de servidores que recebem elevados sal&aacute;rios, mas n&atilde;o comparecem ao local de trabalho ou n&atilde;o cumprem a jornada integral.<br /> <br /> Segundo informa&ccedil;&otilde;es, o promotor j&aacute; expediu v&aacute;rias recomenda&ccedil;&otilde;es &agrave; Secretaria de Sa&uacute;de e ao Hospital Regional de Aragua&iacute;na para que os &oacute;rg&atilde;os atuem com rigor no controle de frequ&ecirc;ncia dos servidores, principalmente de m&eacute;dicos, haja vista que alguns atendem em v&aacute;rias cl&iacute;nicas ao mesmo tempo.<br /> <br /> De acordo com uma fonte do <em>AF Not&iacute;cias</em>, a Promotoria da Defesa do Patrim&ocirc;nio P&uacute;blico j&aacute; realizou recentes dilig&ecirc;ncias para apurar den&uacute;ncia que envolve m&eacute;dico do HRA, que atua na especialidade de otorrinolaringologia, e constatou inicialmente que o referido profissional estaria afastado da fun&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica em raz&atilde;o de licen&ccedil;a m&eacute;dica, mas continuaria atendendo em sua cl&iacute;nica particular e ainda lecionando numa faculdade de Aragua&iacute;na.<br /> <br /> Caso sejam comprovadas as den&uacute;ncias, o m&eacute;dico pode responder a uma A&ccedil;&atilde;o Civil de Improbidade Administrativa e ser obrigado a devolver aos cofres p&uacute;blicos todos os valores recebidos indevidamente. O promotor avalia ainda a configura&ccedil;&atilde;o, em tese, da pr&aacute;tica de crime, ap&oacute;s fazer uma an&aacute;lise do conte&uacute;do das licen&ccedil;as m&eacute;dicas sob o aspecto da legalidade.<br /> <br /> V&aacute;rios casos est&atilde;o sob investiga&ccedil;&atilde;o e os nomes dos servidores ser&atilde;o inicialmente mantidos em sigilo para n&atilde;o atrapalhar a atua&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico.</span></div>
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