Educação

Mesmo com troca de governador, educação mantêm pressão pelo PCCR e mira Laurez

Sindicato diz que afastamento do govenador não altera mobilização.

Por Redação 1.138
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04/09/2025 15h26 - Atualizado há 11 meses
Sintet buscará diálogo com o governador em exercício Laurez Moreira (PSD)

Notícias do Tocantins - A crise política instalada no Tocantins após o afastamento do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), alvo da Operação Fames-19 da Polícia Federal, não freou a mobilização da educação. Já no segundo dia após a posse do governador em exercício, Laurez Moreira (PSD), a categoria reforçou que seguirá pressionando pela aprovação do novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR). O gestor da Seduc, Fábio Vaz, foi exonerado nesta quarta-feira (3) e a Pasta segue sem titular.

Em reunião online realizada na manhã desta quinta (4/9), a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet) deliberou pela manutenção da assembleia estadual marcada para o dia 17 de setembro, quando será discutido o andamento do projeto.

O sindicato ressalta que a troca de governador não muda a pauta da categoria, já que o plano é defendido como uma política de Estado e não de governo.

Segundo o Sintet, o PCCR já está pronto na Casa Civil. Em encontro realizado na semana passada com o então secretário-chefe da pasta, foi informado que o Tocantins está enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), não havendo impedimento para votação do projeto à Assembleia Legislativa. Falta apenas a assinatura do governador para que a proposta entre em tramitação.

“O PCCR está pronto. Esperamos que a mudança no governo não implique em atrasos e que o governador interino, Laurez Moreira, dê andamento ao projeto. Contamos com o bom senso e a vontade política para que essa reivindicação histórica seja finalmente atendida”, afirmou o presidente do Sintet, José Roque Santiago.

O sindicato também informou que buscará diálogo direto com Laurez Moreira e com o novo secretariado, assim que for definido, para garantir a tramitação do plano.

Enquanto isso, as assembleias regionais seguem mantidas e terão papel estratégico na mobilização da categoria até a assembleia estadual. A partir do dia 15 de setembro, dependendo do avanço da pauta, o Sintet promete intensificar as mobilizações em todo o estado.

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