PF prende acusados de fraudar seguro-desemprego no TO e PA; desvios somam R$ 10 milhões

Por Redação AF
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21/11/2014 10h24 - Atualizado há 1 semana
<span style="font-size:14px;">A Pol&iacute;cia Federal deflagrou simultaneamente, na manh&atilde; de hoje (21), a Opera&ccedil;&atilde;o &Aacute;spides no Estado do Tocantins e a Opera&ccedil;&atilde;o Justa Causa II, no Par&aacute;. As a&ccedil;&otilde;es objetivaram desarticular duas organiza&ccedil;&otilde;es criminosas que fraudavam o benef&iacute;cio previdenci&aacute;rio do seguro-Ddsemprego e foram realizadas nas cidades de Palmas e Reden&ccedil;&atilde;o/PA.<br /> <br /> De acordo com a PF, na opera&ccedil;&atilde;o &Aacute;spides, foram cumpridos 7 mandados de pris&atilde;o preventiva&nbsp; e 13 mandados de busca e apreens&atilde;o. Ve&iacute;culos de luxo, im&oacute;veis e uma moto aqu&aacute;tica foram apreendidos. A Justi&ccedil;a Federal tamb&eacute;m determinou o bloqueio das contas banc&aacute;rias dos suspeitos, a fim de garantir o ressarcimento do preju&iacute;zo suportado pela Uni&atilde;o em face dos recursos desviados do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT.<br /> <br /> Ainda de acordo com a Pol&iacute;cia Federal, para fraudar o seguro-desemprego, as quadrilhas faziam a baixa do v&iacute;nculo empregat&iacute;cio de trabalhadores comuns e com a ajuda de um servidor da Caixa Econ&ocirc;mica Federal de Palmas desviava os recursos para si e para terceiras pessoas.<br /> <br /> Segundo a Caixa Econ&ocirc;mica Federal e o Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, que noticiaram a fraude e deram suporte &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o desenvolvida, a organiza&ccedil;&atilde;o criminosa desviou ao menos 10 milh&otilde;es de reais dos cofres p&uacute;blicos. A Pol&iacute;cia Federal contou com o apoio do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal no Tocantins e no Par&aacute;.<br /> <br /> Participaram da deflagra&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea 40 policiais federais no Estado do Tocantins e 44 no Par&aacute;.<br /> <br /> Os envolvidos responder&atilde;o pelos crimes de estelionato majorado (Art. 171, &sect;3&ordm; do CPB), organiza&ccedil;&atilde;o criminosa (Art. 2&ordm; da Lei 12.815/13), peculato (Art. 312 do CPB) corrup&ccedil;&atilde;o ativa e passiva (Arts. 333 e 317 do CPB) e lavagem de dinheiro (Lei 9.613/98), cujas penas somadas, caso condenados, podem chegar a 30 anos de reclus&atilde;o.<br /> <br /> Os presos, ap&oacute;s interrogados, ser&atilde;o custodiados em estabelecimentos prisionais nas cidades de Palmas e de Reden&ccedil;&atilde;o, onde ficar&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal.<br /> <br /> As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o da Assessoria de Imprensa da Pol&iacute;cia Federal. Os nomes dos presos n&atilde;o foram divulgados.</span>
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