Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão no TO e MA contra empresário e pregoeiro suspeitos de fraudar licitações

Por Redação AF
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09/06/2015 17h41 - Atualizado há 1 mês
<span style="font-size:14px;">A Pol&iacute;cia Civil do Tocantins realizou uma opera&ccedil;&atilde;o conjunta nas cidades de Esperantina (TO) e Imperatriz (MA) que resultou na apreens&atilde;o de documentos e na condu&ccedil;&atilde;o coercitiva do empres&aacute;rio Raildo Ara&uacute;jo Matos e do pregoeiro Ronilson Silva Soares, envolvidos em um suposto esquema de fraudes em licita&ccedil;&otilde;es na prefeitura de Esperantina.<br /> <br /> De acordo com o Promotor de Justi&ccedil;a Paulo S&eacute;rgio Ferreira de Almeida, o MPE vem acompanhando e colhendo informa&ccedil;&otilde;es sobre irregularidades praticadas na gest&atilde;o municipal entre os anos de 2013 e 2015. <em>&quot;Recebemos informa&ccedil;&otilde;es de que, desde o in&iacute;cio da atual gest&atilde;o, vem ocorrendo desvios de dinheiro p&uacute;blico por meio de contratos e licita&ccedil;&otilde;es fraudulentas, praticados, sobretudo, pelo prefeito, secret&aacute;rios e empres&aacute;rios&quot;</em>, comentou o Promotor de Justi&ccedil;a.<br /> <br /> Segundo o MPE, durante as investiga&ccedil;&otilde;es, foi constatado que Raildo Matos prestava servi&ccedil;os &agrave; prefeitura de Esperantina por meio de suas empresas R.A. Matos Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio (ME), J.K.S. Alves e Cia Ltda. (ME) e R.L.S. Matos e Cia Ltda. Em 2015, ap&oacute;s perder a licita&ccedil;&atilde;o para a presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de transporte escolar, constru&ccedil;&atilde;o de bueiros e limpeza p&uacute;blica, Raildo abandonou a realiza&ccedil;&atilde;o das obras j&aacute; iniciadas sob sua responsabilidade e, com a ajuda de Ronilson Soares, pregoeiro do munic&iacute;pio, evadiu-se do munic&iacute;pio, levando toda a documenta&ccedil;&atilde;o referente &agrave;s licita&ccedil;&otilde;es, presta&ccedil;&otilde;es de contas, entre outros documentos.<br /> <br /> <em>&quot;N&atilde;o restou alternativa ao MPE sen&atilde;o solicitar ao Poder Judici&aacute;rio a busca e apreens&atilde;o, a fim de obter as provas necess&aacute;rias para viabilizar a ado&ccedil;&atilde;o de provid&ecirc;ncias judiciais e extrajudiciais em defesa da sociedade&quot;,</em> disse Paulo S&eacute;rgio.<br /> <br /> Os mandados foram expedidos pelo Juiz de Direito Jefferson David Asevedo Ramos, da Comarca de Augustin&oacute;polis. A documenta&ccedil;&atilde;o apreendida, bem como o depoimento das pessoas conduzidas coercitivamente ser&atilde;o analisadas pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual e pela Pol&iacute;cia Civil.</span>
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