Campanha da Energisa

Postes de energia são alvos fáceis de acidentes de trânsito e Energisa lança campanha no Tocantins

De janeiro de 2018 até agora já foram registrados 718 acidentes com postes de energia elétrica no Tocantins.

Por Redação
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12/09/2019 14h40 - Atualizado há 1 semana
Carro colide em poste

Eles são grandes, imóveis e inofensivos e brilham principalmente à noite, quando iluminam ruas, vielas e praças. Mas ainda assim são maltratados. Estamos falando dos postes de luz, que, apesar de não saírem do lugar, são vítimas rotineiras de acidentes de trânsito.

Aqui no Tocantins, a média aponta para mais de uma colisão por dia: de janeiro de 2018 até agora já foram registrados 718 acidentes. E quando um poste é atingido, muita gente fica prejudicada, já que ocorre interrupção no fornecimento de energia.

Embora o condutor seja obrigado a arcar com o prejuízo causado, esse não é o grande problema: a maior preocupação é com a vida das pessoas, que fica em risco por causa da colisão. Vale ressaltar que entre as principais causas dos acidentes estão o uso do celular e o consumo de álcool.

Para mudar essa realidade, a Energisa lança, neste mês, a campanha ‘Poste é Luz’, que traz diferentes tipos de conteúdo para abordar o tema com a população. As ações vão envolver conteúdos para as redes sociais, peças publicitárias por todas as áreas atendidas pela Energisa e material interno para os colaboradores.

Além de reforçar a preocupação com a segurança, a ideia é sensibilizar a população sobre princípios como cidadania e civilidade no trânsito. “O objetivo é sensibilizar motoristas e pedestres sobre os riscos existentes no trânsito e as consequências dos acidentes, além de repassar dicas de segurança para evitar essas situações. É importante reforçar que após uma batida podemos consertar o veículo ou trocar o poste quebrado, mas não podemos trazer uma vida que foi perdida”, alerta Delmindo Antônio, coordenador de Saúde e Segurança do Trabalho da Energisa.

Quando uma colisão ocorre, há um risco enorme para a segurança das pessoas envolvidas. Mesmo com a rede de energia equipada com mecanismos de proteção, pode haver contato de cabos energizados com o chão. Além de interromper o fornecimento de energia, esse tipo de situação traz risco de choque elétrico, tanto para quem se acidentou, como para quem está nas proximidades.

O nosso sistema de proteção é todo monitorado. Temos equipamentos inteligentes na rede que, ao observarem um grande curto circuito, vão agir para interromper o fornecimento e isolar a região afetada. Os clientes que estão no circuito afetado certamente ficarão sem energia até que o reparo na rede seja finalizado. A implantação de um novo poste leva, em média, de três a quatro horas, a depender da situação”, explica Guilherme Damiance, gerente de Operação e Distribuição da Energisa.

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