Prefeitura fará recuperação de ruas com asfalto quente

Por Redação AF
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07/09/2013 17h13 - Atualizado há 1 semana
<div style="text-align: justify;"> <span style="font-size:14px;">A partir de outubro, a Prefeitura de Aragua&iacute;na iniciar&aacute; o recapeamento de ruas com o uso do Concreto Betuminoso Usinado a Quente, o CBUQ.Duas usinas misturadoras do asfalto quente, como &eacute; conhecido, ser&atilde;o instaladas na pr&oacute;xima semana no Distrito Agroindustrial de Aragua&iacute;na (DAIARA). Aragua&iacute;na &eacute; a &uacute;nica cidade do Estado do Tocantins que ter&aacute; essa estrutura para recupera&ccedil;&atilde;o de vias urbanas.<br /> <br /> Nesta primeira etapa, ser&atilde;o priorit&aacute;rias as ruas de grande tr&aacute;fego de ve&iacute;culos, como a Avenida Castelo Branco, as ruas Sadoc Correia e Ademar Vicente Ferreira e demais vias de acesso ao centro.<br /> <br /> <em>&ldquo;Para uso, esse material precisa ser produzido pr&oacute;ximo ao local de aplica&ccedil;&atilde;o devido &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o da temperatura&rdquo;, </em>explica o secret&aacute;rio executivo de Infraestrutura, Epson Bach.</span><br /> <br /> <u><strong><span style="font-size: 14px;">Durabilidade</span></strong></u><br /> <br /> <span style="font-size:14px;">Ao todo, cerca de 100 quil&ocirc;metros de ruas receber&atilde;o o asfalto quente. A durabilidade do CBUQ &eacute; de mais de 100% em rela&ccedil;&atilde;o ao asfalto comum.<br /> <br /> De acordo com o secret&aacute;rio de Infraestrutura, Sim&atilde;o Moura, o asfalto quente tem durabilidade de 6 a 8 anos, duas vezes mais que o asfalto comum. <em>&ldquo;A durabilidade pode ser ainda maior, desde que n&atilde;o tenha &aacute;gua servida e o local possua drenagem da &aacute;gua pluvial&rdquo;</em>, explica o secret&aacute;rio. A qualidade do CBUQ se d&aacute; principalmente pela utiliza&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;rias-primas resistentes em sua fabrica&ccedil;&atilde;o, como material betuminoso (ligante), brita, areia ou p&oacute; de brita.<br /> <br /> <u><strong>Reciclagem</strong></u><br /> <br /> A instala&ccedil;&atilde;o das usinas tamb&eacute;m permitir&aacute; que o pavimento existente nas ruas seja reciclado. <em>&ldquo;A recicladora presar&aacute; a base com o pavimento existente formando outra base para receber o CBUQ, sem desperd&iacute;cio de material&rdquo;</em>, afirmou o secret&aacute;rio executivo.<br /> <br /> <u><strong>Instala&ccedil;&atilde;o das usinas</strong></u><br /> <br /> Asbases das estruturas das usinas est&atilde;o sendo constru&iacute;das no DAIARA. A previs&atilde;o &eacute; de queas m&aacute;quinas misturadoras, usadas para preparar o material, cheguem &agrave; cidade na pr&oacute;xima semana. Ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o, as usinas come&ccedil;am a produzir material dentro de 15 a 20 dias. <em>&ldquo;A previs&atilde;o &eacute; de que na primeira quinzena de outubro iniciemos as primeiras recupera&ccedil;&otilde;es com o CBUQ&rdquo;</em>, apontou Bach.<br /> <br /> A capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de cada usina &eacute; de 60 a 80 toneladas de CBUQ por hora.As tr&ecirc;s construtoras respons&aacute;veis pelas usinas, CVC, Ipanema e Terplan,fornecer&atilde;o o material para a Prefeitura, por meio da Secretaria de Infraestrutura.</span></div>
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