Previsão orçamentária

TJTO quer orçamento de R$ 880 milhões para 2025 e aponta necessidade de novos concursos

Judiciário aplicou um reajuste acima do acordado com os demais poderes.

Por Redação 838
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21/10/2024 10h18 - Atualizado há 1 ano
Presidente do TJTO entrega orçamento ao presidente da Assembleia

Notícias do Tocantins - O presidente da Assembleia Legislativa (Aleto), deputado Amélio Cayres (Republicanos), recebeu na última sexta-feira (18), da presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ), desembargadora Etelvina Maria Sampaio, o Orçamento do Poder Judiciário tocantinense, referente ao ano de 2025.

A peça orçamentária apresentada por Itelvina e sua equipe técnica é 8,13% maior do que o orçamento de 2024, considerando inclusive a suplementação que ocorreu no decorrer do corrente ano. A desembargadora disse que o Executivo pretende que o acréscimo, incida somente em relação ao valor orçamentário original sem a suplementação.

O montante orçamentário proposto pelo Tribunal para o ano que vem é de R$ 880.684.409. Amélio Cayres se dispôs a defender a proposta orçamentária do TJ, ao mesmo tempo que observou que o índice de 8,13% está acima do acordado entre os demais poderes, que definiram um patamar igualitário de 8,10% para cada orçamento. Segundo o presidente, pode haver questionamento de algum poder estadual quanto a proposta do judiciário.

Por sua vez, Itelvina ressaltou que o orçamento foi aprovado pelo Tribunal Pleno do TJ, nesta quinta-feira (17), e que o índice precisa ser melhorado, em função do aumento das demandas do tribunal.

“Nós temos uma estrutura física muito boa, mas a de pessoal é a mesma de 1996, é preciso fazer novos concursos, pois a defasagem é muito grande”, acentuou Itelvina.

Entre as defasagens a presidente ressaltou que só na área de Tecnologia da Informação (TI), tem um déficit de cerca de 100 servidores e que muitas comarcas hoje funcionam, quase que na totalidade, com servidores cedidos por outros órgãos.

Itelvina alegou ainda que o Tribunal tem assumido muitas políticas públicas do Executivo como violência doméstica, regularização fundiária, execução fiscal, política do idoso, entre outras, por isso defende um orçamento mais forte.

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