Pandemia

Tocantins tem novos protocolos após 2 anos de pandemia com 3 variantes e 4 vacinas

Vacinação é eficiente para não evolução da doença.

Por Redação 709
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28/01/2022 16h09 - Atualizado há 3 meses
Vacina sendo aplicada

Após dois anos desde o início da pandemia, muitas são as mudanças que ocorreram quanto ao comportamento relacionado à covid-19. As alterações são decorrentes das variantes que surgiram do novo coronavírus e também do avanço da vacinação contra a doença.

VARIANTES E VACINAS

Atualmente, são quatro vacinas em atividade (CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen). No Tocantins, três variantes foram identificadas por sequenciamento genético: Gama, Delta e Ômicron.

QUARENTENA

Com o avanço da vacinação e o surgimento de novas variantes, alguns protocolos foram se adequando, como é o caso do isolamento para pacientes com covid-19.

14 DIAS

No primeiro ano da pandemia, quando não existiam as vacinas, o paciente infectado deveria ficar até 14 dias em isolamento, independentemente de ser assintomático ou não.

TESTE NEGATIVO NO 5º DIA

Atualmente, aqueles que realizarem testagem para covid-19, com resultado negativo no 5° dia, poderão sair do isolamento, desde que não apresentem sintomas respiratórios e febre, há pelo menos 24 horas, e sem o uso de antitérmicos. Se o resultado for positivo, é necessário permanecer em isolamento por 10 dias, a contar do início dos sintomas.

Quanto ao atendimento da rede pública de saúde, os protocolos continuam sendo os mesmos, como explica a superintendente de Vigilância em Saúde (SVS) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Perciliana Bezerra.

“Em relação aos atendimentos dos casos de covid-19, não mudou nada, porque os sintomas são os mesmos. As variantes podem causar maior ou menor gravidade no caso, mas os sintomas são os mesmos de todas as variantes. Então, o atendimento não muda, a conduta clínica é a mesma, a avaliação é individual e o comportamento da doença em cada organismo é diferente”, pontua.

VACINAÇÃO

Os prazos para aplicação das vacinas também foram alterados ao longo do tempo. No início, dependendo da vacina, o tempo mínimo de uma dose para outra era de 90 dias.

Atualmente, os prazos para a segunda dose das vacinas se dão da seguinte forma: CoronaVac, 21 dias; Pfizer e AstraZeneca, oito semanas. Já a dose de reforço pode ser ministrada para a população acima de 18 anos após quatro meses da segunda dose. A dose de reforço para imunossuprimidos deve ser ministrada com 21 dias após aplicação da segunda dose.

VACINA PARA CRIANÇAS

As vacinas pediátricas também têm suas especificidades. A Pfizer é aplicada em duas doses, sendo que o intervalo entre a primeira e a segunda dose é de 28 dias.

O Ministério da Saúde incluiu a CoronaVac na campanha de vacinação contra a covid-19 para a faixa etária de 6 a 17 anos, com a orientação de que não seja aplicado em imunocomprometidos. O intervalo também é de 28 dias entre a primeira e a segunda aplicação.

Uma dúvida recorrente é sobre as possíveis reações das vacinas. Elas podem ocorrer ou não, isso pode variar de pessoa para pessoa, todavia os sintomas são leves: febre baixa, mal-estar, dor no corpo, dor de cabeça, mas sem nenhuma complicação.

PREVENÇÃO

Também são medidas preventivas o uso obrigatório de máscaras, álcool em gel, distanciamento social e higienização das mãos. A etiqueta respiratória também é uma aliada importante contra a covid-19.

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