Vereadora Terezona consegue liminar no TRE e retornará à Câmara de Araguaína

Por Redação AF
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11/12/2013 17h39 - Atualizado há 3 anos
<div style="text-align: justify;"> <span style="font-size:14px;"><u>Da Reda&ccedil;&atilde;o</u><br /> <br /> A vereadora de Aragua&iacute;na, Terezinha Gomes da Silva (Terezona), conseguiu no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/TO) liminar favor&aacute;vel para retornar ao cargo, e permanecer, enquanto recorre da cassa&ccedil;&atilde;o. A decis&atilde;o &eacute; do juiz Mauro Jos&eacute; Ribas, proferida na tarde desta quarta-feira (11).<br /> <br /> A informa&ccedil;&atilde;o foi repassada ao <em>AF Not&iacute;cias</em> pelo filho da vereadora, Israel Gomes da Silva, que estava em Palmas no momento da decis&atilde;o. A liminar ainda n&atilde;o foi publicada no Di&aacute;rio da Justi&ccedil;a Eleitoral.&nbsp;<br /> <br /> A parlamentar foi cassada no &uacute;ltimo dia 4 de dezembro pela ju&iacute;za Juliane Freires Marques sob a a&ccedil;&atilde;o de abuso de poder pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico e de autoridade na elei&ccedil;&atilde;o de 2012.<br /> <br /> A A&ccedil;&atilde;o Judicial de Investiga&ccedil;&atilde;o Eleitoral (AJIE) foi proposta pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico (MPE) contra a vereadora, seu filho Alberto Gomes da Silva, ex-diretor do Hospital Regional de Aragua&iacute;na (HRA), e sua sobrinha Genir Lopes da Silva, assistente administrativo no Hospital. Na seten&ccedil;a, a ju&iacute;za ainda decretou a inelegibilidade dos envolvidos por 8 anos.<br /> <br /> O retorno da vereadora ao cargo ocorrer&aacute; nesta quinta-feira (12). A suplente Cleide foi convocada, mas n&atilde;o chegou a assumir a cadeira no Legislativo. J&aacute; o suplente Xeroso apenas retornar&aacute; &agrave; cadeira do vereador Gip&atilde;o, que est&aacute; licenciado para exercer a presid&ecirc;ncia da Funda&ccedil;&atilde;o Comunit&aacute;ria de Atividade Municipal (FUNANC).</span><br /> <br /> <span style="font-size:14px;"><u><strong>Entenda</strong></u><br /> <br /> Os tr&ecirc;s s&atilde;o acusados pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Eleitoral de montarem um &ldquo;esquema de favorecimento eleitoral em prol da vereadora&rdquo; dentro do Hospital Regional de Aragua&iacute;na (HRA). Segundo o MPE, o gabinete da parlamentar servia como porta de entrada para pacientes humildes que buscavam a realiza&ccedil;&atilde;o de exames, consultas e procedimentos m&eacute;dicos.<br /> <br /> Conforme a Pol&iacute;cia Federal, as solicita&ccedil;&otilde;es de exames eram enviadas ao Diretor Geral do Hospital Regional de Aragua&iacute;na e, ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o do exame, o laudo era devolvido ao gabinete&nbsp; da vereadora para entrega ao solicitante. Tal pr&aacute;tica vinha sendo adotada h&aacute; mais de dez anos, segundo a PF.<br /> <br /> Tal pr&aacute;tica foi considerada pelo MPE e pela Justi&ccedil;a Eleitoral como&nbsp;</span><span style="font-size: 14px;">abuso de poder pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico e de autoridade.</span></div>
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