Tocantins

Dançarino tocantinense é selecionado para intercâmbio na Joffrey Ballet nos Estados Unidos

Por Redação AF
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25/02/2016 15h54 - Atualizado há 1 semana
O integrante do Balé Popular do Tocantins, Maicon Cardoso, foi selecionado para participar de intercâmbio em uma das mais importantes escolas de dança dos Estados Unidos, o Joffrey Ballet. A desenvoltura do bailarino fez com que ele fosse o único do Estado a ser contemplado pelo programa de bolsas da instituição. Maicon vai estudar balé durante um mês, em Nova York, com bolsa de 75%.  A escola tem mais de cinquenta anos de existência e se mantém entre os primeiros lugares na lista das principais companhias americanas de balé. Esta é a segunda seleção em que ele é aprovado, nos últimos três meses. Em novembro do ano passado, Maicon foi selecionado como bolsista na American Academy of Ballet, também em Nova York. “É uma alegria imensa ter sido aprovado em mais uma audição internacional, mal estou acreditando”, contou empolgado. Balé popular O Balé Popular do Tocantins é um projeto do Governo do Estado desenvolvido pela Secretaria da Educação, Juventude e Esportes. A companhia, formada por estudantes de Palmas, foi criada com o objetivo de promover o desenvolvimento integral dos alunos através do estudo teórico e prático da dança. Perfil Maicon é natural de Mato Grosso, mas vive na capital do Tocantins desde os 7 anos de idade. O estudante de teatro da Universidade Federal do Tocantins deu seus primeiros passos na dança há cerca de cinco anos e não imaginava alcançar voos tão altos. “Eu estava terminando o ensino fundamental e fui convidado para participar de uma apresentação na escola e gostei. Eu era do karatê, nunca tinha pensado em dançar, foi uma surpresa saber que eu levava jeito”, relata. Mas a experiência foi breve. No ensino médio, que cursou no Centro de Ensino Médio Castro Alves, ele voltou a dançar esporadicamente até conhecer o Balé Popular do Tocantins em 2013, período em que deu início aos estudos da dança pra valer. “Se há cinco anos me dissessem que eu iria ser bailarino, eu iria sorrir, mas hoje vejo como foi maravilhoso ter entrado para a companhia. Foi lá que construí a minha base, onde aprendi a ser mais disciplinado. No Balé somos muito incentivados a acreditar no nosso potencial e isso me fez ver que eu tenho talento e que posso ir longe, se me dedicar. Acredito que todo esse aprendizado foi imprescindível para a aprovação nas duas audições”, destaca.

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