Ela morreu após passar mal durante treino em uma academia de Anápolis.
Notícias do Tocantins - A despedida de Jenekely Morais Santos, de 42 anos, foi marcada por emoção, homenagens e aplausos em Palmas. Ela foi sepultada nesta quinta-feira (13), na capital tocantinense, cidade onde ela cresceu ao lado de amigos e familiares e continuava mantendo uma forte ligação afetiva.
Durante o sepultamento, amigos e parentes prestaram as últimas homenagens com balões brancos, mensagens de carinho e aplausos. A cena resumiu a comoção provocada pela morte repentina de Jenekely, que faleceu após passar mal durante um treino em uma academia de Anápolis, em Goiás.
Segundo informações divulgadas sobre o caso, Jenekely passou mal na noite de segunda-feira (10), enquanto praticava exercícios físicos em uma academia no bairro Jundiaí, em Anápolis. Pessoas que estavam no local acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que realizou os primeiros atendimentos e a encaminhou ao Hospital Estadual de Anápolis Dr. Henrique Santillo.
De acordo com o hospital, ela deu entrada na unidade às 21h45. Exames identificaram sangramento na região que envolve o cérebro. A família informou que ela sofreu um AVC hemorrágico e aneurisma. Durante o atendimento, Jenekely ainda teve outras intercorrências, mas não resistiu e morreu na manhã de terça-feira (11).
A academia informou que ela passou mal durante a realização de um exercício e que recebeu atendimento imediato da equipe do local e do Samu.
Após a morte, o corpo foi levado para Palmas, no Tocantins, onde ocorreu a despedida.
A cerimônia reuniu pessoas que conviveram com Jenekely em diferentes fases da vida. Para muitos amigos, a despedida foi também uma forma de reconhecer a história dela em Palmas, cidade onde construiu vínculos, amizades e lembranças que permaneceram mesmo após sua mudança para Anápolis.
Relatos de pessoas próximas apontam que Jenekely vinha enfrentando momentos difíceis nos últimos tempos. Entre as dores mais sentidas, estava a distância de um dos filhos, situação que teria abalado emocionalmente a rotina dela. Mesmo assim, amigos relatam que ela seguia tentando reorganizar a vida, mantendo laços com pessoas queridas e o desejo de estar mais próxima da família.
A morte inesperada, durante uma atividade comum da rotina, ampliou o impacto entre familiares e amigos. O que seria mais um treino terminou em uma emergência médica e, depois, em uma despedida dolorosa.
Nas homenagens, a imagem lembrada foi a de uma mulher querida, cercada por afeto e marcada por relações profundas com pessoas de Palmas. Os balões brancos soltos durante o sepultamento simbolizaram paz, saudade e a tentativa de transformar a dor em memória.
A comoção também se espalhou pelas redes sociais, onde amigos publicaram mensagens de despedida, lamentaram a morte precoce e destacaram o vazio deixado por Jenekely.
O sepultamento em Palmas reforçou a ligação dela com a capital. Mesmo tendo falecido em Anápolis, foi no Tocantins que familiares e amigos se reuniram para o último adeus. Entre lágrimas, aplausos e homenagens, Jenekely foi lembrada pela presença que deixou na vida de quem conviveu com ela.