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Marido acusado de matar cabeleireira e ocultar corpo pega 18 anos de prisão

Agnaldo Araujo - |
Foto: Fernando Almeida
Aldenir Alves Teixeira

O acusado de matar a cabeleireira Edilene Oliveira da Silva, de 30 anos, foi condenado a 18 anos e oito meses de prisão em regime inicialmente fechado. O julgamento de Aldenir Alves Teixeira ocorreu durante toda esta segunda-feira (19) no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil em Araguaína.

Os jurados consideraram ele culpado pelos crimes de homicídio qualificado (feminicídio) e ocultação de cadáver. Várias testemunhas de acusação e defesa foram ouvidas. O MPE vai analisar se recorre da decisão para aumentar a pena.

Ex-marido da cabeleireira, Aldenir confessou o crime após ser preso e levou a polícia até o local onde ele enterrou o corpo, em uma chácara próximo à região do córrego Jacubinha.

Edilene Oliveira foi assassinada em julho de 2016. Aldenir relatou à polícia que discutiu com a cabeleireira e tentou acalmá-la com um golpe conhecido como ‘mata leão’, mas a mulher acabou morrendo.

Na sequência, o homem colocou o corpo da esposa no porta-malas do veículo do casal e seguiu até as imediações de uma localidade de mata, fez uma cova rasa e enterrou o corpo da mulher.

O cadáver de Edilene só foi encontrado em outubro de 2016. Os restos mortais dela estavam enrolados em um colchão inflável e havia ossos espalhados no entorno.

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