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OAB-TO parabeniza trabalho da Polícia Civil e condena ‘crime bárbaro’ contra advogado

Agnaldo Araujo -
Foto: Divulgação
Presidente da OAB-TO, Walter Ohofugi (esq.) conversa com o delegado Rérisson Macedo (dir.)

A Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins (OAB-TO) agradeceu o empenho da Polícia Civil do Tocantins pelo trabalho investigativo que levou a prisão do suposto mandante da morte do advogado Danillo Sandes Pereira, de 30 anos, em Araguaína. A entidade afirmou também que espera a conclusão de todas as investigações para ver se há mais pessoas envolvidas no homicídio.

O presidente da OAB-TO, Walter Ohofugi, vai nomear uma comissão para acompanhar formalmente o inquérito policial, a denúncia do Ministério Público Estadual e a tramitação da eventual ação penal. “Estamos falando de um crime bárbaro e ligado à advocacia. Houve prerrogativa brutalmente violada. Perdemos um colega ético e a advocacia exige que todos os responsáveis sejam presos”, frisou Ohofugi.

Nesta terça, o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, entrou em contato com o presidente da OAB em Araguaína, José Pinto Quezado, para prestar solidariedade e colocar a instituição à disposição para o que for preciso.

As investigações do assassinato do advogado estão sob a responsabilidade dos delgados José Rérisson Macedo e Guilherme Torres. O suposto mandante do crime, farmacêutico Robson Barbosa de Castro, de 32 anos, foi preso em Marabá (PA) e recolhido à carceragem em Araguaína. As famílias do autor e vítima eram conhecidas.

Danillo representava parte da família de Robson numa divisão de herança avaliada aproximadamente em R$ 7 milhões. O suposto mandante do crime queria fraudar o inventário para ser beneficiado, mas o advogado discordou.

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