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Assassino a sangue frio é procurado pela polícia após executar homem de joelhos com tiro na cabeça

Crime teria sido praticado após uma discussão acalorada entre autor e vítima.

Por Redação 1.617
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16/02/2024 09h40 - Atualizado há 1 mês
Louro, como é popularmente conhecido, fugiu após o crime

Lourivaldo Almeida de Carvalho, de 40 anos, apontado como sendo o principal suspeito de matar a tiros, Gleidson Moreira Ferreira, de 30 anos, no dia 21 de janeiro deste ano, na zona rural da cidade de Ponte Alta do Tocantins, está sendo procurado pela Polícia Civil, por meio da 81ª Delegacia.

Qualquer informação que possa levar ao paradeiro de Lourivaldo pode ser repassada pelo telefone (63) 3378-1400, que é contato da 81ª Delegacia de Ponte Alta, ou pelo telefone 197. As denúncias e informações com pistas do suspeito serão mantidas em absoluto sigilo. 

Segundo o delegado Roberto Assis, responsável pelo caso, logo após o crime, a Polícia Civil rapidamente conseguiu desvendar a autoria do crime, sendo representado pela prisão preventiva de Lourivaldo Almeida de Carvalho, também conhecido como Louro. Porém, após praticar o crime, Louro não foi mais visto em seu local de trabalho e passou a ser considerado foragido da Justiça. 

O crime

Na data do crime, por volta da 1h, Lourivaldo e Gleidson se encontram na zona rural de Ponte Alta onde teve início uma acalorada discussão. De posse de uma arma de fogo, Lourivaldo ordenou que Gleidson ajoelhasse. “Após ter rendido a vítima e mesmo com esta implorando para não ser morta, o autor friamente, efetuou um disparo que atingiu sua cabeça próximo ao ouvido esquerdo”, disse o delegado. 

Socorrido, Gleidson foi levado para o Hospital Geral de Palmas, mas devido à gravidade dos ferimentos não resistiu e foi a óbito. “Trata-se de um crime gravíssimo, onde a vítima foi colocada de joelhos e executada. Diante dos fatos, pedimos a colaboração da população para que auxilie a Polícia Civil do Tocantins a localizar e prender Lourivaldo de Almeida Carvalho, para que a Justiça possa seguir seu curso normalmente e que ele possa responder pelo seu crime na forma da lei”, frisou o delegado Roberto.  

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