Paraíso

Funcionário é indiciado por furtar peças de máquinas da empresa onde trabalhava e acaba demitido

Prejuízo causado pode chegar a mais de R$ 10 mil.

Por Redação
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11/06/2024 17h27 - Atualizado há 6 dias
Complexo de delegacias da Polícia Civil em Paraíso

Notícias do Tocantins - A Polícia Civil informou que concluiu, nesta terça-feira (11), o inquérito que apurava a prática de furtos em uma empresa de Paraíso do Tocantins e indicou um jovem de 22 anos pelo crime de furto.

Conforme explica o delegado José Lucas Melo, os crimes em sequência teriam sido praticados durante alguns meses deste ano pelo funcionário do estabelecimento comercial que atuava no setor de máquinas pesadas.

“Durante as conferências de estoque, os supervisores da empresa perceberam que algumas peças e demais componentes de veículos foram subtraídos”, disse o delegado.

O caso foi levado ao conhecimento da Polícia Civil, que passou a investigar os fatos e concluiu que o jovem que trabalhava na empresa como técnico foi o responsável pelo ato.

“Como trabalhava diretamente com a manutenção de máquinas, o funcionário tinha como prerrogativa de sua função o manuseio das peças, colocando e retirando dos veículos pesados. Assim, valendo-se da facilidade de acesso aos bens, o indivíduo subtraiu alguns objetos e os vendeu em um ferro-velho local”, frisou a autoridade policial. 

Como usava veículo e uniforme da empresa, a conduta do funcionário não levantou suspeitas no estabelecimento. Para o delegado José Lucas, o fato de o rapaz usar uniforme e veículo da empresa demonstra que tinha preocupação em passar credibilidade. 

Indiciado pelo crime de furto qualificado por abuso de confiança (pena de reclusão de dois a oito anos), o jovem também foi demitido por justa causa. Concluído, o inquérito seguiu ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a adoção das medidas que se fizerem necessárias. 

“Com indiciamento, além de descobrir e fazer cessar as ações criminosas, que geraram um prejuízo significativo à empresa, a Polícia Civil também identificou o autor que agora deverá responder judicialmente pelos atos cometidos”, pontuou o delegado. 

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