Palmas

Polícia prende 2º suspeito do latrocínio de Leidiene Pacheco, diarista mãe de três filhos

A polícia agora vai concluir o inquérito e enviar à justiça.

Por Redação 1.781
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02/07/2020 14h44 - Atualizado há 1 mês
Leidiene Pacheco na época tinha 35 anos, era diarista e deixou três filhos.

Agentes da 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Palmas prenderam, na madrugada desta quinta-feira (2), o segundo envolvido no latrocínio praticado contra Leidiene Pacheco da Silva em setembro de 2018, no Jardim Aureny III, região sul de Palmas.

O suspeito tem 21 anos e foi preso no município de Confresa, no estado do Mato Grosso, em cumprimento de prisão temporária.

Ele foi recolhido na unidade prisional da cidade de Porto Alegre, em Mato Grosso e, posteriormente, será recambiado para a Casa de Prisão Provisória de Palmas, onde ficará à disposição do Poder Judiciário.

1ª PRISÃO

 A prisão do primeiro envolvido no crime ocorreu no dia 21 de maio em um residência no setor Jardim Taquari.  

O delegado-chefe da 1ª DHPP, Guido Camilo, explicou que com as prisões realizadas, o inquérito será concluído e enviado para o Poder Judiciário.

O delegado afirmou que a conclusão deste caso é uma satisfação, pois Leidiene era uma pessoa do bem, mãe de família e que a Polícia Civil do Tocantins trabalhou incessantemente para dar a devida solução ao caso e, assim, uma satisfação à família e à sociedade.

Ele ressaltou também que crimes de homicídio e latrocínio são complexos e levam tempo para serem solucionados, a exemplo do próprio caso da Leidiene. "A Polícia não tinha muitos elementos investigativos. Tivemos que trabalhar com confronto de dados e análises para chegar ao suposto autor e posteriormente ao segundo envolvido no crime", explicou o delegado.

O CRIME

O crime ocorreu no dia 24 de setembro de 2018. A vítima conduzia uma motocicleta em uma rotatória do Jardim Aureny III, região sul de Palmas, quando foi assaltada e morta a tiros.

Na época, as testemunhas disseram à Polícia que a vítima passava por uma rotatória e ao diminuir a velocidade foi abordada pelos bandidos, que queriam a bolsa e o celular dela.

Ao tentar fugir e escapar do assalto, a mulher foi atingida pelos disparos de arma de fogo e morreu antes mesmo da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Leidiene Pacheco na época tinha 35 anos, era diarista e deixou três filhos.

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