Polêmica sobre a manifestação

Halum: Manifestação em Araguaína não foi de trabalhadores, mas de políticos como Célio 'Burguês' Moura

Por Redação AF
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28/04/2017 15h44 - Atualizado há 2 meses
"O movimento não tem legitimidade, pois quem estavam com o microfone era o Célio 'Burguês' Moura", essa é a avaliação do deputado federal César Halum (PRB) sobre a manifestação desta sexta-feira (28) em Araguaína. Uma das paradas do protesto foi em frente à casa do parlamentar, no setor Urbanístico. Halum afirmou que está em Brasília e não havia ninguém na residência. Porém, disse que recebeu a informação de que o advogado petista Célio Moura, a quem chamou de Burguês, estava à frente do movimento. "A informação que recebi é que quem comandava a manifestação era o Célio Burguês Moura, inclusive estava com o microfone em punho. Portanto, não era um protesto de trabalhadores, mas de partido político. Ele já se candidatou a tudo, de vereador a governador, mas nunca ganhou nenhuma", criticou. O deputado fez questão de destacar que respeita "toda e qualquer manifestação legítima dos cidadãos e cidadãs araguainenses e tocantinenses". Halum também criticou a data escolhida pelos sindicatos para fazer o protesto. “Poderiam ter feito a manifestação no dia 1º de maio, um feriado, dia do Trabalhador. Mas o negócio deles [petistas] é arrumar feriado para não trabalhar. Inclusive, em muitas cidades, impediram as pessoas de ir trabalhar”, alfinetou. Para o parlamentar, a maior revolta dos sindicatos é com o fim do "imposto sindical", um dos pontos da reforma trabalhista já aprovada na Câmara. Atualmente, o imposto é obrigatório e descontado uma vez por ano de todos os trabalhadores brasileiros. É a maior fonte de renda das entidades sindicais. Reforma da previdência O deputado afirmou que não está "convencido" da reforma previdenciária proposta pelo governo Michel Temer. “Do jeito que está o texto, não estou convencido de que resolve o problema brasileiro e não devo votar favorável. Já dei algumas sugestões, mas o governo não acatou”, afirmou. Para ele, os problemas que temos hoje foi por irresponsabilidade dos ex-presidentes petistas Lula e Dilma, que começaram a reforma em 2006 e não tiveram coragem de prosseguir. "Entendo que o Brasil precisa da reforma da previdência, mas ela tem que ser para todos, e não para uma parcela. O que estou observando é que aqueles que são ricos, que recebem as aposentadorias volumosas, estão fora da reforma. Só voto nessa reforma, e a minha posição é clara, se: 1) o governo atacar os grandes devedores, bloqueando os seus bens e colocando a leilão para pagar o que devem à previdência; 2) Se o Governo for duro com os fraudadores da previdência, e a pena de reclusão de 10 anos de prisão passar para 20 anos; 3) e se o governo fizer uma auditoria da dívida pública, que é outro câncer que consome o nosso dinheiro. Qual é essa de quem ganha muito ficar de fora? Não concordo que só os de menor renda possam pagar a conta", finalizou César Halum.

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