Polêmica

Vicentinho retruca Márlon Reis: 'é legítimo pedir votos aos eleitores dos derrotados'

Por Redação AF
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07/06/2018 12h27 - Atualizado há 1 semana
Em nota ao povo tocantinense, o candidato a governador Vicentinho Alves (PR) iniciou o segundo round da polêmica com Márlon Reis (Rede). Nesta semana, a coligação do republicano gravou vídeo pedindo voto aos eleitores do ex-juiz sob o argumento de que "Vicentinho é tão ficha limpa quanto Márlon Reis". A comparação não agradou a Reis que, também em vídeo, disse que "não tem nenhuma ligação com o tipo de biografia ostentado por Vicentinho" e afirmou que o "eleitor não pode ser tratado como gado". No segundo round, Vicentinho lamentou a postura de Márlon Reis e disse ser absolutamente "legítimo e democrático um candidato vencedor pedir os votos e apoio político aos eleitores dos candidatos derrotados". Vicentinho voltou a afirmar que votou favorável à aprovação da Lei da Ficha Lima, mas Márlon Reis diz que ele votou apenas um destaque, mas não o projeto original. Confira a nota NOTA AO POVO TOCANTINENSE Ao lamentar a postura do candidato derrotado Marlon Reis que nos acusou de ter se apropriado da sua imagem para pedir votos a seus eleitores, a Coligação A Vez dos Tocantinenses faz os seguintes esclarecimentos: 1)      Em nenhum momento foi utilizada a imagem do candidato no vídeo da coligação. 2)      O candidato foi citado apenas de forma positiva ao ser qualificado como ficha limpa, assim como Vicentinho Alves, como comprovam todas as certidões apresentadas à Justiça Eleitoral. 3) Cabe lembrar aqui que o candidato Vicentinho Alves, como deputado federal, participou das sessões da Câmara dos Deputados e votou pela aprovação da  Lei Complementar 135/2010, Lei da Ficha Limpa, em sete votações realizadas em plenário. 4)      É absolutamente legítimo e democrático um candidato vencedor pedir os votos e apoio político aos eleitores dos candidatos derrotados no primeiro-turno, razão da existência da eleição em dois turnos. 5)      Na condição de ex-juiz, Marlon Reis ignorou o princípio da presunção de inocência ao fazer acusações falsas contra Vicentinho. 6)      Marlon ainda agiu de forma preconceituosa e praticou exatamente o que condena na política tradicional:  a tutela dos eleitores. Por fim, a Coligação esclarece ainda que produziu o mesmo conteúdo para os eleitores dos candidatos Carlos Amastha, Mário Lúcio Avelar, Kátia Abreu e Marcos Souza por entender que são tocantinenses e aos quais cabe a decisão sobre o destino do Tocantins. A Coligação vai tratar o episódio como caso encerrado para se concentrar nas propostas para salvar o Tocantins.

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