Encontro Nacional da Indústria desperta novas expectativas para empresários tocantinenses

Por Redação AF
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07/11/2014 14h17 - Atualizado há 1 segundo
<span style="font-size:14px;">A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) encerrou nesta quinta-feira, 06, em Bras&iacute;lia, a 9&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Encontro Nacional da Ind&uacute;stria (ENAI). Liderados pelo presidente Roberto Pires, a Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado do Tocantins (FIETO) esteve presente no evento com comitiva de 25 integrantes, al&eacute;m de estande com informa&ccedil;&otilde;es sobre a ind&uacute;stria tocantinense.<br /> <br /> Com o tema &ldquo;O que a ind&uacute;stria espera para os pr&oacute;ximos 4 anos&rdquo;, o ENAI reuniu cerca de 1.800 empres&aacute;rios de todo o pa&iacute;s e resultou na elabora&ccedil;&atilde;o da Carta da Ind&uacute;stria 2014 (dispon&iacute;vel em <strong><a href="http://www.portaldaindustria.com.br" target="_blank">www.portaldaindustria.com.br</a></strong>). O documento, destinado a presidente Dilma Rousseff, ressalta que &quot;&eacute; tempo de corre&ccedil;&atilde;o de rota&quot;, pois o Brasil precisa estar preparado para daqui quatro anos responder o quanto melhoraram os indicadores da produtividade.<br /> <br /> Na avalia&ccedil;&atilde;o do presidente da FIETO, o Encontro Nacional da Ind&uacute;stria conseguiu reunir as dificuldades do pa&iacute;s inteiro e definir de forma pontual o que &eacute; preciso para colocar o Brasil no centro da economia global de neg&oacute;cios. <em>&quot;A Carta da Ind&uacute;stria &eacute; um documento que pode auxiliar os governantes na busca de solu&ccedil;&otilde;es nos pr&oacute;ximos quatro anos. Esperamos que em 2018 tenhamos resultados melhores&quot;</em>, finalizou Roberto Pires.<br /> <br /> <u><strong>Novas perspectivas</strong></u><br /> <br /> Tamb&eacute;m foram debatidos aspectos que interferem no desenvolvimento da ind&uacute;stria e do pa&iacute;s como o d&eacute;ficit hist&oacute;rico em infraestrutura que chega a US$ 900 bilh&otilde;es de reais, segundo dados apresentados pelo presidente do Conselho de Infraestrutura da CNI, Jos&eacute; de Freitas Mascarenhas. Conforme os especialistas convidados, a revers&atilde;o desse &iacute;ndice exige com urg&ecirc;ncia a amplia&ccedil;&atilde;o de investimentos em log&iacute;stica e energia.<br /> <br /> Os empres&aacute;rios participantes puderam discutir pautas setoriais relacionadas a ind&uacute;stria gr&aacute;fica, vestu&aacute;rio e constru&ccedil;&atilde;o civil, al&eacute;m de assistir pain&eacute;is tem&aacute;ticos.&nbsp;<em> &quot;A reuni&atilde;o de segmento abordou com profundidade os nossos desafios. Todas as palestras foram importantes para que possamos superar as dificuldades, sempre mantendo foco na competitividade</em>&quot;, disse Tiago Ferreira, presidente do Sindicato das Ind&uacute;strias da Madeira e do Mobili&aacute;rio do Estado do Tocantins (SIMAM/TO).</span>
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