Indecisão de vereadores motivou transtornos causados pelas obras da Câmara, diz Fraudineis

Por Redação AF
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25/02/2013 09h45 - Atualizado há 8 meses
<div style="text-align: justify;"> <span style="font-size:14px;"><u><strong>Arnaldo Filho</strong></u><br /> <em>Portal AF Not&iacute;cias</em><br /> <br /> Ap&oacute;s a pol&ecirc;mica causada em consequ&ecirc;ncia da demora e dos transtornos&nbsp; decorrentes das obras de reforma e amplia&ccedil;&atilde;o da C&acirc;mara Municipal de Aragua&iacute;na, o vice-prefeito Fraudineis Fiomare (PMDB), que exercia a fun&ccedil;&atilde;o de Diretor Administrativo durante a contrata&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os, falou ao <strong><em>Portal AF Not&iacute;cias</em></strong> sobre a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Para os atuais vereadores, as obras est&atilde;o demorando e tem um custo acima do previsto, que chegar&aacute; a quase 1,8 milh&atilde;o de reais. Para a popula&ccedil;&atilde;o, a obstru&ccedil;&atilde;o da cal&ccedil;ada com material de constru&ccedil;&atilde;o e cont&ecirc;iner tem causado transtornos a pedestres e motoristas.<br /> <br /> <u><strong>Necessidade de amplia&ccedil;&atilde;o</strong></u><br /> <br /> O vice-prefeito iniciou esclarecendo que a necessidade de reforma e amplia&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;dio s&oacute; foi requerida em virtude do aumento no n&uacute;mero de vereadores, de 11 para 17, destacando ainda que o ent&atilde;o presidente Elenil da Penha se posicionou de forma contr&aacute;ria por entender desnecess&aacute;rio o aumento, al&eacute;m dos custos que traria ao Munic&iacute;pio.<br /> <br /> <u><strong>A obra</strong></u><br /> <br /> Fraudineis foi questionado pela reportagem sobre os motivos que levaram &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de duas licita&ccedil;&otilde;es para a mesma obra, nos valores de R$1.196.951,88 e R$ 420.392,46. Conforme explicou, no primeiro momento a C&acirc;mara n&atilde;o tinha recursos suficientes para executar todo o projeto e, por isso, licitou apenas o valor que j&aacute; estava em caixa. Posteriormente, a gest&atilde;o da Casa conseguiu economizar mais e ent&atilde;o licitou o restante da obra. <em>&ldquo;N&atilde;o sab&iacute;amos se conseguir&iacute;amos economizar todo o valor necess&aacute;rio at&eacute; o final de 2012, por isso foram feitas duas licita&ccedil;&otilde;es. Foi tamb&eacute;m um meio de evitar aditivos ao contrato&rdquo;</em>, disse.<br /> <br /> Fraudineis explicou ainda que todo o recurso economizado pela C&acirc;mara, cerca de 1,8 milh&atilde;o, foi repassado &agrave; Prefeitura por meio de um Fundo para Reforma e Amplia&ccedil;&atilde;o da C&acirc;mara. <em>&ldquo;A licita&ccedil;&atilde;o, contrata&ccedil;&atilde;o, execu&ccedil;&atilde;o e fiscaliza&ccedil;&atilde;o da obra ficou por conta da prefeitura. N&oacute;s apenas economizamos e repassamos os recursos&rdquo;</em>, afirmou, acrescentando que n&atilde;o h&aacute; atrasos na obra, visto que o 2&ordm; contrato d&aacute; um prazo de 240 dias para conclus&atilde;o, a partir de dezembro 2012.<br /> <br /> <u><strong>Nova C&acirc;mara</strong></u><br /> <br /> Segundo o vice-prefeito, a inten&ccedil;&atilde;o do presidente Elenil da Penha era construir uma nova C&acirc;mara em local mais amplo. Neste caso as obras n&atilde;o causariam nenhum transtorno &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. No entanto, na &eacute;poca houve a oposi&ccedil;&atilde;o de alguns parlamentares que n&atilde;o chegaram a um consenso acerca do novo lugar.<em> &ldquo;T&iacute;nhamos inclusive o projeto pronto&rdquo;</em>, relembrou.<br /> <br /> <strong><u>Acessibilidade</u></strong><br /> <br /> Fraudineis ainda rebateu aos questionamentos de que a C&acirc;mara n&atilde;o possui acessibilidade. <em>&ldquo;Fomos n&oacute;s que garantimos acessibilidade na C&acirc;mara com a implanta&ccedil;&atilde;o de elevador. Neste novo pr&eacute;dio h&aacute; outro elevador e um banheiro adaptado exclusivamente para cadeirantes&rdquo;</em>, afirmou.&nbsp;<br /> <br /> <u><strong>O aditivo</strong></u><br /> <br /> Para concluir as obras de reforma e amplia&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;dio, a MVL Construtora solicitou &agrave; C&acirc;mara a aprova&ccedil;&atilde;o de um aditivo de R$ 169.943,99. Mas, de acordo com Fraudineis, esse valor s&oacute; est&aacute; sendo requerido em virtude de imprevistos durante a execu&ccedil;&atilde;o do projeto e mudan&ccedil;as propostas por alguns vereadores da atual legislatura. <em>&ldquo;O valor que deixamos licitado era suficiente para concluir a obra, se n&atilde;o fosse alguns imprevistos e mudan&ccedil;as propostas pelos atuais vereadores&rdquo;</em>, finalizou.</span></div>
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