Polícia Federal prende comerciante acusado de integrar organização que frauda seguro-desemprego

Por Redação AF
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05/06/2014 08h21 - Atualizado há 1 mês
<span style="font-size:14px;">A Delegacia de Pol&iacute;cia Federal em Aragua&iacute;na, em opera&ccedil;&atilde;o conjunta com a Superintend&ecirc;ncia da Pol&iacute;cia Federal em Palmas/TO, prendeu na ter&ccedil;a-feira (3), um comerciante da cidade de Guara&iacute;/TO, de 42 anos de idade, acusado de ser membro de um grupo criminoso especializado em fraudar o Seguro-Desemprego.<br /> <br /> A pris&atilde;o se deu na cidade de Guara&iacute;/TO, regi&atilde;o central do Estado do Tocantins, quando o comerciante estava na posse de 15 (quinze cart&otilde;es do cidad&atilde;o) em nome de terceiros, que seriam usados para os saques fraudulentos do Seguro-Desemprego.<br /> <br /> O grupo que atua no Tocantins est&aacute; sendo monitorado h&aacute; algum tempo pela Pol&iacute;cia Federal e as investiga&ccedil;&otilde;es apontaram que o comerciante iria receber parte de um lote de cart&otilde;es do cidad&atilde;o, de um total de 44 (quarenta e quatro), nesta ter&ccedil;a-feira, dia 03/06/2014.<br /> <br /> O dano aos cofres p&uacute;blicos poderia chegar a R$ 286.000,00 (duzentos e oitenta e seis mil reais).<br /> <br /> Com o preso, foi apreendido um extrato de saque do Seguro-Desemprego, em nome de terceira pessoa, ocorrido em 02/06/2014, no valor de R$ 1.304,00 (um mil trezentos e quatro reais).<br /> <br /> Foram apreendidos tamb&eacute;m v&aacute;rios comprovantes de dep&oacute;sitos em dinheiro tendo como favorecido o preso, dinheiro em esp&eacute;cie e um ve&iacute;culo Golf ano 2014.<br /> <br /> O preso foi encaminhado para a CPP de Aragua&iacute;na e est&aacute; &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal de Palmas/TO.<br /> <br /> Dentre os crimes cometidos pelo grupo est&atilde;o a falsidade ideol&oacute;gica, estelionato majorado, associa&ccedil;&atilde;o criminosa e corrup&ccedil;&atilde;o ativa, caso seja confirmado a participa&ccedil;&atilde;o de algum servidor p&uacute;blico, cujas penas podem chegar a 28 anos de reclus&atilde;o.</span>
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