Professores paralisam atividades e fazem passeata pelas ruas de Araguaína cobrando valorização

Por Redação AF
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23/04/2013 16h39 - Atualizado há 2 meses
<div style="text-align: justify;"> <span style="font-size:14px;"><u><strong>Da Reda&ccedil;&atilde;o</strong></u><br /> <br /> Acompanhando o movimento de paralisa&ccedil;&atilde;o nacional nos dias 23, 24 e 25 de abril, os professores das redes municipal e estadual de ensino de Aragua&iacute;na cruzaram os bra&ccedil;os na manh&atilde; de hoje (23) e percorreram as principais ruas da cidade denunciando os desmandos na educa&ccedil;&atilde;o, cobrando maiores investimentos, transpar&ecirc;ncia nos recursos, valoriza&ccedil;&atilde;o e melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho no ambiente escolar.<br /> <br /> A mobiliza&ccedil;&atilde;o em Aragua&iacute;na foi organizada pelo Sindicato dos Profissionais em Educa&ccedil;&atilde;o (Sintet) e contou com a participa&ccedil;&atilde;o de centenas de professores que fizeram uma manifesta&ccedil;&atilde;o em frente &agrave; prefeitura de Aragua&iacute;na/C&acirc;mara de vereadores e na Pra&ccedil;a das Bandeiras.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Em frente ao Legislativo, a categoria cobrou fiscaliza&ccedil;&atilde;o e responsabilidade por parte dos vereadores no acompanhamento dos gastos p&uacute;blicos e vota&ccedil;&atilde;o dos projetos de Lei que alteram dispositivos do Plano de Carreira dos professores. O movimento ganhou apoio da vereadora Silvinia do Sintet (PT) e dos parlamentares Soldado Alcivan (PP), Marcus Marcelo (PR), Neto Paje&uacute; (PR) e Ferreirinha (PMDB).<br /> <br /> <u><strong>Cobran&ccedil;as</strong></u><br /> <br /> Dentre as reivindica&ccedil;&otilde;es da categoria est&atilde;o a aplica&ccedil;&atilde;o de 100% dos royalties do petr&oacute;leo na educa&ccedil;&atilde;o e 10% do Produto Interno Bruto (PIB), profissionaliza&ccedil;&atilde;o dos funcion&aacute;rios de educa&ccedil;&atilde;o e cumprimento do piso salarial nacional.<br /> Na oportunidade, a l&iacute;deres sindicais tamb&eacute;m repudiaram as severas restri&ccedil;&otilde;es impostas por governantes &agrave;s negocia&ccedil;&otilde;es com os servidores, causando tens&otilde;es e motivando greves.<br /> <br /> <u><strong>Cr&iacute;ticas ao governo Ronaldo Dimas</strong></u><br /> <br /> O presidente do Sintet, Professor Jesul&ecirc; Guida, criticou severamente a administra&ccedil;&atilde;o do prefeito de Aragua&iacute;na, Ronaldo Dimas (PR), argumentando que o gestor tem pouco dialogado com a categoria antes de propor modifica&ccedil;&otilde;es no Plano de Carreira da Educa&ccedil;&atilde;o. <em>&ldquo;Em pleno S&eacute;culo XXI n&atilde;o d&aacute; para voc&ecirc; lidar com um Prefeito que manda um Projeto diretamente para a C&acirc;mara sem passar pelos tramites legais, tentando eliminar itens importantes do Plano de Carreira, sem discutir com o Sindicato, com a Comiss&atilde;o de Gest&atilde;o e com a categoria. Portanto, entendemos que um Governo que manda as Leis passando por cima dos trabalhadores, esse Governo &eacute; Ditador&rdquo;</em> criticou Jesul&ecirc;.&nbsp;<br /> <br /> <u><strong>Participa&ccedil;&atilde;o dos educadores</strong></u><br /> <br /> Este &eacute; o primeiro dia da paralisa&ccedil;&atilde;o que deve seguir at&eacute; quinta-feira (25). De acordo com informa&ccedil;&otilde;es oficiais, 15 escolas e 4 creches da rede municipal de ensino de Aragua&iacute;na aderiram &agrave; paralisa&ccedil;&atilde;o. J&aacute; na rede estadual, mais de 30 escolas cruzaram os bra&ccedil;os na regional, sendo que 18 delas s&oacute; em Aragua&iacute;na.</span></div>
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