Tocantins

SEET cobra regularização de alimentação em quatro hospitais do Estado

Por Agnaldo Araujo
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29/11/2016 17h16 - Atualizado há 1 semana
O Sindicato dos Profissionais da Enfermagem no Estado do Tocantins (SEET) oficializou o Secretário de Estado da Saúde, Marcos Esner Musafir, com relação ao restabelecimento da alimentação adequada para os profissionais de enfermagem nos hospitais regionais de Augustinópolis, Guaraí, Miracema e Paraíso do Tocantins e demais hospitais que estão passando por falta de abastecimento. No início de novembro, o presidente do sindicato, Claudean Pereira Lima, havia notificado os diretores destes hospitais regionais em decorrência de os profissionais de enfermagem terem denunciado a falta de alimentação para servidores e em alguns casos até acompanhantes. O sindicato cobrava um posicionamento com relação a conduta, já que desde a saída da empresa Litucera, no final de agosto, cada unidade hospitalar ficou responsável pela gestão deste recurso. Como algumas unidades não se manifestaram e outras alegaram que tal orientação partiu da Sesau, o Seet solicitou ao secretário a regularização e uma reunião urgente para tratar desta demanda que vem ocasionando transtornos e riscos aos pacientes, já que o profissional é obrigado a se ausentar do seu posto de trabalho para fazer suas refeições. O documento reitera ainda que a alimentação é um direito do profissional de saúde que trabalha em regime de plantão e que é dever do Estado oferecer segurança alimentar e nutricional, que por definição compreende a realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, tendo como base práticas alimentares promotoras de saúde, não podendo ser negligenciado aos seus profissionais e tutelados. Para o presidente do sindicato é inadmissível esta situação e por isso as medidas cabíveis serão tomadas, inclusive judicialmente. “É inadmissível que esta situação continue. Não oferecer alimentação aos profissionais além de desrespeitoso é um ato ilegal. Acionaremos os órgãos de fiscalização competentes para que eles tomem uma conduta, porque este absurdo não pode continuar”, desabafou Claudean Pereira. (Ascom - Seet).

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