Raridade

31 de janeiro terá Lua Azul de Sangue pela primeira vez no intervalo de 150 anos

Por Agnaldo Araujo
Comentários (0)

07/01/2018 09h57 - Atualizado há 1 mês
Todos os horóscopos de início de ano devem estar te falando que 31 de janeiro será uma noite especial. Astrologia à parte, vai ser mesmo. Do ponto de vista da astronomia, 31 de janeiro terá uma lua bem incrível, um combo de várias versões especiais do satélite: a Lua Azul, a Superlua e a Lua de Sangue. Vai ser a primeira vez em 150 anos, inclusive, que temos uma Lua Azul de Sangue, tudo ao mesmo tempo. Em primeiro lugar, vale esclarecer que a Lua Azul não é um evento astronômico (e a Lua não fica azul). Tem, sim, a ver com a nossa forma de registrar o tempo. No calendário lunar, um mês (ou um ciclo lunar) dura 29,5 dias. O calendário gregoriano, que é o que estamos acostumados a usar, tem de 30 a 31 dias. Graças à essa diferença, de tempos em tempos temos duas luas cheias no mesmo mês. E a segunda Lua cheia de um mesmo mês é chamada de Lua Azul – e a última apareceu em 2 de julho de 2015. Já a Superlua já tem uma explicação bem mais legal. Ela é uma Lua proporcionalmente maior e mais brilhante do que estamos acostumados a ver no céu, como você talvez tenha reparado no dia 1º de janeiro, quando uma Superlua fez a primeira aparição em 2018. Para atingir esse ápice de tamanho, a Lua precisa passar por dois fenômenos distintos ao mesmo tempo. Em primeiro lugar, precisa estar na fase cheia. Em segundo lugar, precisa estar mais próxima da Terra que o normal. Isso só acontece porque a órbita da lua é elíptica. Ou seja, o caminho que ela faz ao redor da Terra não é um círculo perfeito. Por isso, a distância do satélite em relação à Terra varia bastante. O momento em que a Lua passa mais longe do planeta é chamado de apogeu. Já a posição quando ela se encontra mais próxima é chamada de perigeu. A categoria de Superlua é dada para qualquer Lua cheia que apareça nessa região da direita da órbita que você está vendo na imagem – quando a lua parece 14% maior e 30% mais brilhante. Em seguida vem a Lua de Sangue. Nada mais é que o apelido dramático dado à Lua durante um eclipse lunar total, no qual a posição da Lua e a da Terra se alinham de forma que o nosso planeta fica exatamente entre o satélite e o Sol. Quando isso acontece, a Lua perde a aparência branca e brilhante e ganha um tom avermelhado, que justifica o apelido. A conclusão é que teremos no dia 31 de janeiro a raríssima combinação de uma segunda Lua cheia mensal, que também será maior e mais brilhante que o normal até o eclipse, quando ela deve ficar não só grande, mas também avermelhada… Só que não por aqui: no Brasil, pode contar com a luazona no céu, e saber que ela “é azul”, mas o eclipse não será visível. (Superinteressante)

Comentários (0)

Mais Notícias

De bem com a saúde

Bronzeamento natural faz sucesso no Tocantins, mas há riscos para a saúde

Essa técnica é realizada com a luz natural, no começo do dia, geralmente até às 8h.

Redes Sociais

Menos de 10% das imagens que circulam no WhatsApp são verdadeiras, diz pesquisa

Levantamento foi feito em 347 grupos verificou fotomontagens e mensagens falsas.

Festa

Turnê 'Buteco do Gusttavo Lima' desembarca em Palmas no dia 1º de dezembro

O 'Buteco' terá a locução do apresentador Cuiabano Lima.

FORA DO AR

YouTube fica fora do ar por mais de 1h no mundo inteiro na noite desta terça

Site de vídeos apresentou erros, assim como os aplicativos para smart TVs e smartphones

Em 2019

Após AnaVitória, gêmeas Maiara e Maraísa vão estrear comédia no cinema

A dupla que cresceu em Araguaína aguarda apenas um ajuste na agenda para marcar presença no longa.

Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

(63) 3415-2769
Nas Redes
Nosso Whatsapp
063 9 9242-8694
Nosso Email
redacao@arnaldofilho.com.br
Copyright © 2011 - 2018 AF Notícias. Todos os direitos reservados.