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Governo não paga há 4 meses empresa que atua na lavanderia do Regional de Araguaína

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
Hospital Regional de Araguaína

A empresa LaveBras atua desde dezembro de 2017 no Hospital Regional de Araguaína (HRA), mas ainda não recebeu nenhum pagamento do Governo do Estado. A informação foi confirmada pela diretoria da empresa.

O AF Notícias noticiou que os lençóis disponibilizados aos pacientes internados na UTI são insuficientes para atender a demanda. A empresa confirmou que os serviços de lavanderia e rouparia estão parcialmente suspensos devidos aos atrasos.

A LaveBras disse que os hospitais onde atua estavam em “uma condição completamente crítica no que se refere ao fornecimento diário de roupa hospitalar higienizada devido a total falta de lençóis, fronhas, cobertores, toalhas e uniformes para pacientes e funcionários”.

Os equipamentos também estavam precários e o processo de lavagem deficiente, segundo a empresa. “Essa condição crítica foi corrigida desde o primeiro dia de execução do contrato”, diz a LaveBras.

A empresa ainda destacou que não está medindo esforços para continuar o atendimento, bem como está discutindo com o Governo para que a dívida seja quitada.

Veja a nota

A empresa LaveBrás após ser declarada vencedora do pregão para prestar os serviços de locação, higienização de roupa hospitalar e fornecimento de mão obra especializada de gestão de lavanderia nos hospitais das regiões norte e sul do estado do TO, iniciou em nov/17 ações maciças de investimentos em estrutura através da reforma de equipamentos de lavanderia existentes, introdução de equipamentos novos, reforma e melhorias na estrutura interna das lavanderias dos hospitais, contratação e treinamento de pessoal e introdução de grande quantidade de roupa hospitalar nova como lençóis, cobertores, fronhas, toalhas e uniformes privativos para pacientes assim como equipe de funcionários dos hospitais para início das atividades.

A operação dos hospitais de responsabilidade da LaveBras vem sendo exercida desde dez/17 de forma exemplar onde todos os meses os serviços são avaliados pela direção dos hospitais, porém até o presente momento não houve nenhum pagamento por parte do Governo do Estado que já totaliza 3 meses de atraso nos serviços prestados.

Os hospitais antes do início da operação com a LaveBras estavam em uma condição completamente crítica no que se refere ao fornecimento diário de roupa hospitalar higienizada devido a total falta de lençóis, fronhas, cobertores, toalhas e uniformes para pacientes e funcionários além das condições precárias dos equipamentos e processo de lavagem deficiente sendo este um serviço essencial e prioritário para o perfeito andamento das operações do hospital. Esta condição crítica foi corrigida pela LaveBras desde o primeiro dia de execução do contrato em dez/17.

A prestação dos serviços está sendo prejudicada devido ao não pagamento sendo necessário sua regularização. A LaveBras não está medindo esforços para continuar o atendimento, e discutindo com os responsáveis pelo contrato para que os débitos sejam quitados. A prestação do serviço de lavanderia hospitalar que é extremamente essencial para o hospital depende do pagamento regular por parte do Estado e poderá sofrer a paralização destes serviços no futuro caso esta situação não seja regularizada”.

Diretoria LaveBras, abril/17

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