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Laudo contesta versão de acusados e aponta que jornalista morreu por enforcamento

Agnaldo Araujo -
Foto: Divulgação
Laudo contesta versão de acusados e aponta que jornalista morreu por enforcamento

O laudo apontou que a causa morte do jornalista Mateus Júnior, de 46 anos, foi por asfixia mecânica por estrangulamento. Os acusados alegavam que a vítima teria morrido por problemas respiratórios.

O Jornalista desapareceu no dia 03 de setembro e só foi encontrado no dia 07, em Lajeado, a 55 km de Palmas. Todos os laudos periciais sobre a morte do jornalista foram entregues na última quarta-feira (20/09), pelos Peritos Oficiais Criminais e Legistas aos Delegados da Polícia Judiciária Civil.

Durante entrevista coletiva, os peritos da polícia científica esclareceram detalhes das perícias realizadas na residência da vítima, no local onde o corpo do jornalista foi deixado, bem como, a necropsia realizada no corpo.

O perito Cleudson de Araújo Correia, do Instituto de Criminalística, também explicou de forma clara e objetiva, toda a dinâmica dos fatos, a partir do local onde o corpo foi encontrado. No Laudo Necroscópico, o médico legista Hélio Rovilson Soares, responsável pela necropsia no IML, da vítima, explicou que o cadáver não apresentava sinais de tortura, nem defesa.

Para finalizar, os delegados Vinicius Mendes de Oliveira, que preside o inquérito sobre a morte do jornalista e a Delegada Liliane Albuquerque Amorim, ambos da DEIC, falaram sobre a importância dos laudos e do trabalho realizado pela Polícia Científica, ressaltando que há provas mais do que suficientes contra todos os suspeitos na morte de Mateus Júnior.

Quatro dos envolvidos no crime já estão presos, restando apenas um foragido, o qual já foi identificado e em breve pode ser capturado.

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