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Lázaro Botelho diz que reforma ‘modernizou’ leis trabalhistas e nenhum direito foi retirado

Agnaldo Araujo - |
Foto: Divulgação
O deputado não estava em Araguaína no momento da manifestação

O deputado federal Lázaro Botelho (PP) afirmou, em nota, que estava ciente da manifestação ocorrida nesta sexta-feira (28) em Araguaína, mas que não se encontrava na cidade no momento do ocorrido. O parlamentar defendeu a “livre manifestação de opinião”.

Trabalhadores protestaram em frente a casa dos deputados Lázaro Botelho e César Halum (PRB) em Araguaína. A mobilização ocorreu um dia depois de os dois parlamentares apoiarem a reforma trabalhista, a qual é bastante criticada por sindicatos. Algumas entidades sindicais chegaram a chamar os dois de “traidores”.

“Todo cidadão tem o direito a livre manifestação de opinião, já que isso faz parte do processo democrático, desde que feita de maneira ordeira e sem depredação”, afirmou Lázaro.

Reforma trabalhista

O deputado esclareceu ainda, que seu “posicionamento favorável na votação da Modernização das Leis Trabalhistas foi em defesa da geração de emprego para os mais de 13 milhões de brasileiros que encontram-se desempregados”. Ele ainda reforçou que nenhum direito foi retirado dos trabalhadores.

“Tanto que ficou estabelecido que as negociações entre patrões e empregados não podem tratar de FGTS, 13º salário, seguro desemprego, licença-maternidade de 120 dias, aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, normas relativas à segurança e saúde, entre outros direitos já garantidos aos trabalhadores”, acrescentou.

Lázaro Botelho também defendeu seu voto por entender que a CLT necessitava ser “modernizada”. “Em 2017, lidamos com relações de trabalho a partir de uma lei escrita em 1943, e por isso não havia regras para enquadrar novas formas de trabalho e garantir os direitos dos trabalhadores ao mesmo tempo. Portanto, não é difícil perceber que a legislação necessitava de ajustes”, finalizou.

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