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Para defesa, acusação contra farmacêutico é ‘prematura e sem nada de concreto’

Redação - |
Foto: Divulgação
Advogado criminalista Wendel Oliveira

Márcia Costa // AF Notícias

Apesar da Polícia Civil ter concluído o inquérito de investigação sobre a morte do advogado Danillo Sandes e ter indiciado os suspeitos por homicídio triplamente qualificado, o advogado de defesa do farmacêutico Robson Barbosa da Costa afirma que a acusação é prematura. Wendel Oliveira acredita que não há nada de concreto sem antes passar pelo crivo do judiciário.

“Há de se aguardar a instrução criminal para na sequência aferir se é admissível ou não a acusação. Por enquanto a defesa continua a dizer que há linhas outras de investigação que não foi explorada que poderá comprometer a verdade”, diz o advogado.

As investigações desde o início apontam Robson Barbosa como o mandante da morte do advogado Danillo Sandes, que se recusou a participar de uma fraude que envolvia um inventário de uma herança de R$ 7 milhões que o acusado disputava com os irmãos. O farmacêutico teria contratado os policiais militares, Marcelo Alves Paiva, João Oliveira dos Santos e Wanderson Silva de Sousa para executar Danillo.

Os PMs também foram indiciados pela Polícia Civil. Conforme a polícia,  mesmo com a conclusão do inquérito,  outras pessoas podem estar envolvidas no crime.

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