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Quadrilha fabricava droga personalizada, vendia na web e entregava pelos Correios

Agnaldo Araujo - | - 624 views
Foto: Divulgação
Drogas eram fabricadas de forma personalizadas

O grupo criminoso com atuação no Tocantins, alvo da operação ‘Caça às Bruxas’ deflagrada em nove Estados no último dia 15 de março, fabricava drogas no formato de produtos e marcas famosas, relacionando a times de futebol, aplicativos e até cervejas. O catálogo dos produtos era disponibilizado em um perfil falso na internet.

A quadrilha era especializada no tráfico de drogas sintéticas, como LSD, ecstasy e MDMA, que eram encomendadas por usuários de classes média e alta, via internet e WhatsApp, e enviadas pelos Correios.

O grupo agia de forma organizada, com divisão de tarefas. Uns cooptavam clientes na internet. Outros conferiam os depósitos. Uma terceira ‘seção’ produzia as drogas sintéticas, que eram distribuídas em todo o país. Um dos alvos já tinha sido preso no Bélgica quando tentava embarcar com ecstasy para o Brasil.

Criminosos do Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Tocantins, Rondônia, Bahia, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Norte foram alvos da operação, que teve mandados cumpridos em Palmas (TO). As investigações iniciaram em novembro do ano passado.

Na capital do Tocantins foi preso o estudante de engenharia civil Matheus Costa Pinto, de 23 anos, em uma residência na Quadra 603 Sul. O acadêmico seria um dos maiores distribuidores de drogas sintéticas do Estado e, conforme a polícia, revendia os entorpecentes em festas, bares, shows e casas noturnas de Palmas.

Entre os presos durante a operação também está o agente prisional Evandro Pereira de Oliveira. A função dele, segundo a polícia, seria de repassar informações para a quadrilha.

De acordo com o delegado Érico Mendes, chefe da 6ª Delegacia de Polícia Civil de Brasília, a investigação começou com a prisão de um advogado, no Paranoá, em outubro do ano passado, que traficava drogas sintéticas. Agora, a polícia quer saber quem fornecia os entorpecentes para a quadrilha.

(Com informações do Metrópoles )

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