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Arnaldo Filho

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Reviravoltas

MDB em 24h: Desistência de Jorge e Raul, dissolução de diretório e volta de Marcelo Miranda

Confira um resumo dos últimos acontecimentos marcantes no partido.

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10/09/2020 09h21 - Atualizado há 1 mês
O MDB fechou essa quarta-feira (9) com o retorno de Marcelo Miranda

O MDB do Tocantins vem protagonizando reviravoltas no cenário político em um ritmo frenético. As últimas 48 horas foram marcadas por vários acontecidos totalmente inesperados dentro do partido, agitando a disputa eleitoral nas três maiores cidades.

A série foi aberta em Araguaína, na terça-feira (8), com a desistência do deputado estadual Jorge Frederico de disputar a eleição para prefeito da Capital Econômica do Estado. O parlamentar é o presidente municipal do MDB e já havia recebido manifestações de apoio de, pelo menos, sete partidos. Ele alegou problemas de saúde e referendou a pré-candidatura de Elenil da Penha.

No dia seguinte, a Executiva Estadual aprovou um pedido de intervenção e destituição do Diretório Municipal do partido em Gurupi, o terceiro maior colégio eleitoral do estado, e dificultou os planos do pré-candidato a prefeito Walter Júnior, que trocou o MDB pelo PSD no último dia da janela partidária, mas continuava 'dando as cartas' no antigo partido, segundo o pedido de intervenção. A questão será judicializada pelo presidente destituído, como já era de se esperar!

Já na capital, o ex-prefeito Raul Filho, que tentaria o 3º mandato, também desistiu da disputa alegando 'insegurança jurídica'. Ele foi condenado por crime ambiental  e vem tentando derrubar a inelegibilidade. Raul era o nome preferido do ex-governador Marcelo Miranda, da deputada federal Dulce Miranda e do presidente metropolitano do partido, Valdemar Júnior.

Para finalizar o dia, o ex-governador Marcelo Miranda reassumiu a presidência do partido após 11 meses de afastamento e quer participar ativamente das eleições municipais. Ele passou 147 dias preso no quartel da Polícia Militar, em Palmas, e foi solto em fevereiro deste ano, suspeito de envolvimento em um esquema de corrupção que teria desviado cerca de R$ 300 milhões dos cofres públicos.

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