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Arnaldo Filho

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Reforma ministerial

Sempre cotado, Eduardo Gomes não assume ministério; Bolsonaro troca 10 ministros

Gomes está sempre sendo cotado para algum cargo ou função.

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31/03/2022 16h58 - Atualizado há 2 meses
Presidente Bolsonaro e Eduardo Gomes

O senador tocantinense Eduardo Gomes (MDB) tem sido recorrentemente cotado pela imprensa nacional para assumir o comando de algum ministério ou função no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), do qual é líder no Congresso Nacional.

Ele já foi cotado para assumir a Secretaria de Governo (Segov) da Presidência da República; o Ministério do Trabalho e Previdência, e, por duas vezes, o Ministério da Cidadania e Desenvolvimento Regional, dentre outras funções, a última recentemente enquanto se aguardava a reforma ministerial promovida por Bolsonaro para substituir futuros candidatos nas Eleições 2022.

Nesta quinta-feira (31), o presidente oficializou a troca de 10 ministros. Os substitutos já foram anunciados e o nome do senador tocantinense não consta na lista.

Fato é que Gomes vem se destacado na liderança do governo no Congresso Nacional e carreando muitos recursos para o Tocantins por meio de seu amplo poder de articulação política em Brasília.

As mudanças

Veja as mudanças oficializadas até o momento no primeiro escalão do governo federal. Também foi oficializada a saída do ministro da Defesa, Walter Souza Braga Netto.

INFRAESTRUTURA

  • Quem sai: Tarcísio de Freitas, pré-candidato ao governo de São Paulo;
  • Quem entra: Marcelo Sampaio, que era secretário-executivo do ministério.

CIDADANIA

  • Quem sai: João Roma, pré-candidato ao governo da Bahia. Volta à Câmara dos Deputados;
  • Quem entra: Ronaldo Vieira Bento, que chefiava a assessoria de Assuntos Estratégicos do ministério.

MULHER, FAMÍLIA E DIREITOS HUMANOS

  • Quem sai: Damares Alves, pré-candidata ao Senado ou a Câmara dos Deputados;
  • Quem entra: Cristiane Britto, que era secretária nacional de Políticas para as Mulheres.

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÕES

  • Quem sai: Marcos Pontes, pré-candidato a deputado federal por São Paulo.
  • Quem entra: Paulo Alvim, que era secretário de Inovação do ministério.

TRABALHO E PREVIDÊNCIA

  • Quem sai: Onyx Lorenzoni, pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul. Volta à Câmara dos Deputados;
  • Quem entra: José Carlos Oliveira, que presidia o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

SECRETARIA DE GOVERNO

  • Quem sai: Flávia Arruda, pré-candidata ao Senado no Distrito Federal. Volta à Câmara dos Deputados.
  • Quem entra: Célio Faria Junior, que era chefe do gabinete pessoal de Bolsonaro.

AGRICULTURA

  • Quem sai: Tereza Cristina, pré-candidata ao Senado no Mato Grosso do Sul. Volta à Câmara dos Deputados.
  • Quem entra: Marcos Montes, ex-deputado, que era secretário-executivo do ministério.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL

  • Quem sai: Rogério Marinho, pré-candidato ao Senado no Rio Grande do Norte;
  • Quem entra: Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, que era secretário-executivo da pasta.

TURISMO

  • Quem sai: Gilson Machado, pré-candidato ao Senado em Pernambuco;
  • Quem entra: Carlos Brito, que era diretor-presidente da Embratur.

Ministros que ficam

O governo Bolsonaro tem 23 ministérios. O presidente já trocou nove ministros e ainda deve fazer uma mudança na pasta da Defesa, totalizando 10 nesta reforma ministerial.

  • Ciro Nogueira (Casa Civil);
  • Anderson Torres (Justiça);
  • Carlos França (Relações Exteriores);
  • Paulo Guedes (Economia);
  • Marcelo Queiroga (Saúde);
  • Bento Albuquerque (Minas e Energia);
  • Fábio Faria (Comunicações);
  • Joaquim Leite (Meio Ambiente);
  • Wagner Rosário (CGU);
  • Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência);
  • Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional);
  • Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União);
  • Victor Godoy Veiga (Educação, interino).

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