Após quase três meses

Corpo de cabeleireira é encontrado enterrado em chácara; marido confessa crime

Por Agnaldo Araujo
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10/10/2016 16h44 - Atualizado há 1 semana
Depois de quase três meses, o caso do desaparecimento da cabeleireira de Araguaína (TO), Edilene Oliveira da Silva, de 30 anos, foi solucionado. Os restos mortais da mulher foram encontrados enterrados numa chácara próximo à região do córrego Jacubinha, na tarde desta segunda-feira (10). A polícia chegou até o local após o marido, Aldenir Alves Teixeira, confessar que matou a companheira por ciúmes. Edilene estava desaparecida desde o dia 15 de julho de 2016 e o próprio marido foi quem comunicou o desaparecimento à polícia através de um Boletim de Ocorrência. A família da vítima chegou a pensar que a mulher tivesse ido embora. Ela trabalhava em um salão próximo à Avenida Prefeito João de Sousa Lima. Os restos mortais de Edilene estavam enrolados em um colchão inflável.  Havia ossos espalhados no entorno, que foram recolhidos pela perícia. Foi o ex-marido quem levou a polícia até local e indicou onde havia enterrado o corpo. Segundo o delegado Rérisson Macedo, a polícia desconfiou da versão dada pelo homem desde o início da investigação. Um dos pontos que chamou a atenção foi a demora em registrar o desaparecimento da mulher, bem como contradições e mentiras nos depoimentos. O Boletim de Ocorrência (BO) informando o desaparecimento da cabeleireira só foi registrado no dia 2 de agosto. Edilene é é natural do Codó (MA) e deixa um filho de 9 anos, do casal, e uma filha, apenas dela. De acordo com informações, no dia em que a cabeleireira desapareceu, houve um saque de R$ 14 mil de sua conta.  

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