Em Palmas

Médico acusado de matar professora pede exumação do corpo após 4 anos; juiz nega

O julgamento do caso está marcado para o dia 9 de março.

Por Redação 1.097
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11/02/2022 08h20 - Atualizado há 2 anos
Professora Danielle Grohs foi morta em dezembro de 2017

 A Justiça estadual em Palmas (TO) negou pedidos de reconstituição do crime e exumação do corpo da professora Danielle Lustosa, assassinada em dezembro de 2017, na capital. A solicitação foi feita pela defesa do médico Álvaro Ferreira da Silva, denunciado pelo crime.

"Em síntese, praticamente todas as diligências requeridas pela defesa técnica são impertinentes e-ou meramente protelatórias, não havendo, por ora, qualquer justificativa para o pedido de adiamento da sessão do júri designada para a data de 09 de março de 2022, sem prejuízo de reapreciação caso as diligências ora deferidas não sejam cumpridas com antecedência suficiente à realização da sessão", ressaltou o juiz Cledson José Dias Nunes, titular da Primeira Vara Criminal da Comarca de Palmas, na decisão, nesta quarta-feira (9/2).

O julgamento do caso está marcado para o dia 9 de março. A defesa do acusado fez outras solicitações, cuja maioria foi indeferida pelo magistrado.

O crime

A professora Danielle Christina Lustosa Grohs foi encontrada morta na casa dela, na quadra 1.004 Sul em Palmas, em dezembro de 2017. O principal suspeito do crime, de acordo com a Polícia Militar, é o ex-marido da pedagoga, o médico Álvaro Ferreira da Silva. 

De acordo com o advogado da vítima, Edson Monteiro de Oliveira Neto, o ex-marido já havia ameaçado matá-la outras vezes. O corpo de Danielle foi encontrado de bruços em sua própria cama.

Médico Álvaro Ferreira é o suspeito pelo crime

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