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Araguaína reativa Conselho dos Direitos da Mulher e elege representantes da diretoria

Nova presidente, Rosemary Sobrinho enalteceu o papel das mulheres araguainenses.

Por Redação
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14/04/2021 14h29 - Atualizado há 6 meses
Eleição ocorreu nesta terça, 13

A nova diretoria do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) foi escolhida em reunião realizada no auditório da Biblioteca Pública Municipal de Araguaína nesta terça-feira (13).

As entidades presentes foram convidadas por meio de chamamento público e de forma voluntária para realizarem a escolha dos novos representantes da atual diretoria para o biênio 2021-2023.

A coordenadora de Articulação dos Conselhos, Maria do Amparo Frazão Moraes, esclareceu que a eleição da nova mesa diretora marca um novo momento para a classe feminina da cidade.

A reativação do conselho é fruto de uma grande demanda social. Agora o conselho está apto para fiscalizar, controlar e deliberar, buscando implementar políticas públicas voltadas para as mulheres”, pontuou.

Representante do Rotary Club, uma das entidades não governamentais, o advogado José Hilário Rodrigues destacou a necessidade do protagonismo do conselho. “Uma das maiores atribuições desse conselho é que através dele poderemos chamar mais pessoas e entidades parceiras a servirem a comunidade”, afirmou.
 
O papel da mulher

A presidente eleita, Rosemary Sobrinho, em seu pronunciamento, fez questão de enaltecer o papel das mulheres na sociedade de Araguaína. Para ela, devido à falta de um conselho atuando na garantia dos direitos femininos, muitas políticas deixaram de ser implementadas.

Araguaína é uma grande cidade, por isso a necessidade deste conselho. Com ele ativo, iremos buscar e implementar políticas públicas que favoreçam as mulheres, iniciando pela reestruturação e apresentação do plano de trabalho onde a importância do direito das mulheres seja totalmente assegurado”, justificou.
 
Para a primeira-dama Ana Paula Lopes, o conselho assegura os direitos a igualdade entre homens e mulheres. "Ele possibilita autonomia no âmbito social institucional e na política, além, é claro, de favorecer discussões na segurança, na saúde e na assistência ao público feminino”, pontuou.
 
Entidade

O conselho foi criado pela Lei Municipal nº 2.208, de 24 de março de 2004 junto à Secretaria Municipal da Assistência Social, Trabalho e Habitação.

Tiveram direito à votação os 12 membros escritos no CMDM, sendo 6 entidades governamentais e 6 entidades não governamentais que desenvolvem o trabalho de defesa dos direito da mulher.

(Ascom/prefeitura)

Tiveram direito à votação os 12 membros escritos

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