Tocantins

Contratos do Tocantins com BNDES somam cerca de 1 bilhão; prazo de pagamento passará para 20 anos

Por Redação AF
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21/06/2016 09h43 - Atualizado há 2 meses
A oficialização do acordo entre Estados e União foi anunciado, oficialmente, no fim da tarde da última segunda-feira (20/06), pelo presidente em exercício, Michel Temer. O acordo é resultado de cerca de quatro meses de negociações dos estados com o governo federal, buscando com a União alternativas para conseguir folga nos caixas. O Tocantins e o Piauí são os únicos que não possuem dívidas com a União, ainda assim serão beneficiados com a inclusão dos empréstimos com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no acordo. “Depois de vários apelos dos Estados que não possuem dividas com a União, para que também pudéssemos ser beneficiados nesse acordo fiscal, chegamos a esse consenso. [...] ", destacou o governador Marcelo Miranda. Os contratos do Tocantins com o BNDES somam aproximadamente R$ 1 bilhão. O prazo de pagamento de 10 anos será alongado para 20 anos, gerando redução automática no valor das parcelas. O Estado terá quatro anos de carência na retomada do pagamento das quantias e nesse período arcará apenas com os juros. A negociação gerará para o Estado uma economia de R$ 70 a R$ 90 milhões ao ano, totalizando mais R$ 300 milhões de saldo no caixa do Estado ao longo dos próximos quatro anos. Contrapartida exigirá mais controle de gastos O acordo prevê como contrapartida dos Estados a execução de algumas medidas fiscais, dentre as quais se destacam: a suspensão da concessão de novos aumentos salariais para os servidores estaduais, com exceção do que já estiver aprovado por lei; suspensão da nomeação de novos servidores, exceto para reposição de aposentados e falecidos; redução em 10% das despesas mensais com cargos de confiança em relação a junho de 2014; limitar o crescimento de despesas à variação da inflação; aprovar uma Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual. O secretário de Estado da Fazenda do Tocantins, Edson Nascimento, participou das negociações desde o princípio e esclareceu que o Estado está em plenas condições de atender às exigências da União, mas o controle com os gastos de custeio e de folha de pagamento será ainda mais rigoroso. “No Tocantins, o processo mais duro será a manutenção dos gastos de custeio dentro do crescimento da inflação. A manutenção da folha de pagamento dentro do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, que é o grande desafio de nosso governo no que diz respeito às finanças públicas, se tornou ainda mais importante, visto que é uma exigência para que o Estado se beneficie dessa negociação”, destacou Edson Nascimento. (Jaciara França / Governo do Tocantins).

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