Araguaína Cuida

Em poucas semanas, programa opera 50 mulheres em Araguaína; meta é atender 600 pessoas

São cirurgias de laqueadura, vasectomia, ginecológicas e consultas.

Por Redação
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30/11/2023 09h36 - Atualizado há 2 meses
Primeiras mulheres atendidas por programa municipal de Araguaína.

No último dia 28, o prefeito Wagner Rodrigues visitou as primeiras pacientes beneficiadas com as cirurgias ginecológicas do programa Araguaína Cuida. Desde o dia 6 de novembro, 50 mulheres já passaram pelos procedimentos. Dentre elas está a manicure Luciana Ferreira, que descobriu um mioma uterino e disse que, com o procedimento, ela terá mais qualidade de vida.

A cirurgia veio em uma boa hora e esse apoio é muito importante, porque não é todo mundo que tem condições de pagar. Além disso, fui super bem tratada e deu tudo certo”, contou Luciana.

Segundo o prefeito Wagner, o intuito é continuar investindo recursos no programa para aumentar os serviços oferecidos à população e assim beneficiar milhares de moradores. “Vocês estão sendo muito bem cuidadas e esse é o nosso objetivo. Agora queremos ampliar as cirurgias para outras áreas, como ortopedia e oftalmologia”, disse Wagner às pacientes.

Ágil e eficiente

O Programa Araguaína Cuida é custeado com emenda parlamentar de R$ 3,5 milhões do senador Irajá, repassada via Ministério da Saúde em convênio de serviços Média e Alta Complexidade (MAC). Nessa primeira etapa, o programa atenderá gratuitamente 600 pacientes em cirurgias de laqueadura, vasectomia, cirurgias gerais, ginecológicas, consultas pré e pós-operatórias e exames específicos.

A estudante Patrícia Carla, de 37 anos, é mãe de três filhos, já é avó e agora não precisará esperar para ter um planejamento familiar.  “É a realização de um sonho. Fiquei sabendo desse programa e, em menos de três meses, fui chamada. Desde a UBS até aqui, fui muito bem tratada”, elogiou Patrícia.

Como funcionam os atendimentos?

A demanda dos pacientes para as cirurgias é originada da fila da regulação, que conta, atualmente, com 200 pessoas aguardando as cirurgias. Para ser atendido, o tempo de espera e o estado de saúde são fatores levados em consideração.

Após todos os pacientes da fila inicial serem chamados, será dada continuidade nas cirurgias conforme os encaminhamentos das Unidades Básicas de Saúde (UBS), seguindo a ordem de chegada das consultas.

Além das cirurgias ginecológicas, a partir do dia 4 de dezembro serão realizados 16 procedimentos de cirurgia geral. “Estamos com uma resposta muito positiva da sociedade, pois havia mulheres que estavam na fila há cinco anos. Nós temos um cronograma de cirurgias até o dia 18 de dezembro, então daremos uma pausa para retomarmos em janeiro com as novas cirurgias previstas”, explicou a diretora técnica da Superintendência Especializada, Caroline Tomazi.

Wagner Rodrigues visitou as pacientes na unidade.

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