Crise

Carlesse pede a Bolsonaro liberação de empréstimo da Caixa: 'necessário mais do que nunca'

Bolsonaro suspendeu por 6 meses as dívidas dos Estados com a União.

Por Redação 1.085
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24/03/2020 09h15 - Atualizado há 2 meses
Videoconferência com presidente Bolsonaro

O governador do Tocantins, Mauro Carlesse, e de outros Estados do Norte do Brasil participaram de videoconferência com o presidente da República, Jair Bolsonaro, para tratar sobre a Covid-19, causada pelo novo coronavírus, na tarde desta segunda-feira (23).

A reunião virtual, que foi convocada pela Secretaria de Governo da Presidência da República e articulada pelo Consórcio de Governadores da Amazônia Legal, teve o objetivo de apresentar as diretrizes do governo federal para conter o avanço do novo coronavírus e debater os impactos econômicos provocados pela crise.

O governador Mauro Carlesse discorreu durante a videoconferência sobre o trabalho que o Estado vem realizando na prevenção ao novo coronavírus e destacou como importante o alinhamento entre os estados e o governo federal.

LIBERAÇÃO DE EMPRÉSTIMO DA CAIXA

Foi a chance que tivemos também para discutir sobre a liberação dos recursos do empréstimo que o Estado está em vias de firmar com a Caixa Econômica Federal. Mais do que nunca esse dinheiro é necessário para que a gente consiga manter o equilíbrio da nossa economia e ter condições de gerar mais de 20 mil postos de trabalho após o fim dessa pandemia”, assegurou. O empréstimo é no valor de R$ 450 milhões.

O presidente Jair Bolsonaro destacou que pretende cooperar com os governadores e fez uma fala otimista sobre o sucesso que o Brasil obterá no combate ao novo coronavírus, mas destacou que o governo trabalha para evitar um colapso econômico que pode gerar mais desempregos no país.

Entre as medidas apresentadas pelo presidente Bolsonaro está um plano de R$ 85,8 bilhões para fortalecer estados e municípios que inclui, entre outras propostas, aumento do repasse de transferência para a Saúde, recomposição do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM); suspensão de dívidas dos Estados com a União; e mudanças no Pacto Federativo.

PICO

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o mês de abril deve alcançar o pico máximo de atendimentos no sistema de saúde brasileiro.

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