Fazendeiro assassinado já foi destaque na Veja em matéria sobre venda ilegal de terras

Por Redação AF
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31/01/2013 11h27 - Atualizado há 3 anos
<div style="text-align: justify;"> <span style="font-size:14px;"><u><strong>Da Reda&ccedil;&atilde;o</strong></u><br /> <br /> O fazendeiro Adebaldo Ferreira de Ara&uacute;jo , 59 anos, assassinado na noite da &uacute;ltima quarta-feira (30), em Aragua&iacute;na, no Bar da Brahma j&aacute; foi citado em <a href="http://veja.abril.com.br/260308/p_110.shtml" target="_blank">reportagem na edi&ccedil;&atilde;o 2053 da Revista Veja</a>. A mat&eacute;ria, intitulada &lsquo;A capital da motosserra&rsquo; denunciava o esquema de derrubada de florestas e venda ilegais de terras em S&atilde;o F&eacute;lix do Xing&uacute; (PA).<br /> <br /> A revista tamb&eacute;m deu destaque ao fato de que na cidade, na aus&ecirc;ncia do poder p&uacute;blico,quem dita as regras s&atilde;o os pistoleiros.<br /> <br /> Sobre a venda ilegal de terras, Veja destacou &ldquo;um a&ccedil;ougueiro que tamb&eacute;m vende terras&rdquo; se referindo a Adebaldo Ferreira de Ara&uacute;jo.<br /> <br /> Conforme a mat&eacute;ria, o pecuarista trocou Goi&aacute;s pela Amaz&ocirc;nia em 1999. Foi motorista de trator em Eldorado dos Caraj&aacute;s e puxou &quot;corrent&atilde;o&quot; para derrubar a floresta.<br /> <br /> Em 2001, Adebaldo mudou-se para S&atilde;o F&eacute;lix do Xingu e garantiu a posse de 3 mil hectares de mata, onde na &eacute;poca pastavam 300 cabe&ccedil;as de gado. Ara&uacute;jo era tamb&eacute;m corretor de im&oacute;veis e dono de um a&ccedil;ougue.<br /> <br /> Na mat&eacute;ria, Veja destacou tamb&eacute;m que o a&ccedil;ougueiro se queixava de que a cidade s&oacute; apareceria na imprensa como m&aacute; not&iacute;cia: &quot;J&aacute; perdi a oportunidade de vender uma &aacute;rea por causa de reportagens negativas&quot;, disse Adebaldo na &eacute;poca.<br /> <br /> Ainda conforme a revista, assim como as terras que vendia, o peda&ccedil;o da Amaz&ocirc;nia que Ara&uacute;jo chamava de seu n&atilde;o era garantido por nenhum documento de propriedade.</span></div>
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