Homem joga carro contra acadêmicos da UFT e faz ameaças

Por Redação AF
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19/02/2013 10h16 - Atualizado há 3 anos
<div style="text-align: justify;"> <span style="font-size:14px;">O movimento estudantil do Campus da Universidade Federal do Tocantins (UFT) de Aragua&iacute;na realizou uma marcha pelas ruas da cidade na noite de segunda-feira (18) para cobrar seguran&ccedil;a das autoridades.&nbsp; Por&eacute;m, a manifesta&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica, por pouco n&atilde;o terminou em trag&eacute;dia, pois um condutor jogou o carro contra os acad&ecirc;micos, come&ccedil;ou a xingar e fazer amea&ccedil;as de morte.<br /> <br /> <u><strong>Flagrante da viol&ecirc;ncia</strong></u><br /> <br /> O flagrante foi feito pelo rep&oacute;rter do site Aragua&iacute;na Not&iacute;cias. O epis&oacute;dio ocorreu no sem&aacute;foro da Pra&ccedil;a das Bandeiras, na Av. C&ocirc;nego Jo&atilde;o Lima esquina com a Rua Castelo Branco. A foto mostra o exato momento em que o condutor de uma Strada avan&ccedil;a contra a multid&atilde;o de acad&ecirc;micos, desce do carro, come&ccedil;a a discutir, depois retorna ao volante anda uns 10 metros, sai novamente para xingar os acad&ecirc;micos e depois foge em alta velocidade.<br /> <br /> <u><strong>Ame&ccedil;a de morte</strong></u><br /> <br /> Segundo testemunhas, o homem estava armado com um rev&oacute;lver e fez amea&ccedil;as de morte. <em>&ldquo;Chegou o cara num carro acelerando, a gente tomou a frente, ele desceu e come&ccedil;ou a me chamar de rapariga. (...) Ele estava com uma arma, amea&ccedil;ando quem entrava na frente dele e eu fui uma das amea&ccedil;adas por ele,&rdquo;</em>&nbsp; afirmou uma das acad&ecirc;micas minutos ap&oacute;s o ocorrido.<br /> <br /> <u><strong>Descaso</strong></u></span><br /> <br /> <span style="font-size: 14px;">Os manifestantes estavam com cartazes e cobravam seguran&ccedil;a nas proximidades do Campus da UFT em Aragua&iacute;na, onde a ilumina&ccedil;&atilde;o &eacute; prec&aacute;ria, o matagal &eacute; grande e j&aacute; ocorreram v&aacute;rios assaltos e roubos. <em>&ldquo;Ser&aacute; preciso morrer quantos?&rdquo;</em> dizia um cartaz.&nbsp; Na frente do Campus tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; faixa de pedestre e as linhas de &ocirc;nibus n&atilde;o atendem as demandas.</span><br /> <br /> <span style="font-size:14px;"><u><strong>Falta de seguran&ccedil;a</strong></u><br /> <br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o havia viaturas para fazer a seguran&ccedil;a dos manifestantes e a organiza&ccedil;&atilde;o afirmou ter feito a solicita&ccedil;&atilde;o de escolta policial, mas n&atilde;o foi atendida.&nbsp; Nas proximidades da UFT tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; viaturas e o problema se arrasta h&aacute; 3 anos. Em mar&ccedil;o de 2010, uma acad&ecirc;mica do curso de Geografia foi estuprada cerca de 300 metros do Campus, ap&oacute;s sair da aula.<br /> <br /> <u><strong>Dire&ccedil;&atilde;o do Campus</strong></u><br /> <br /> Em entrevista, o diretor do Campus da UFT, Luis Eduardo Bovolato, afirmou que a manifesta&ccedil;&atilde;o &eacute; justa e apoia as reivindica&ccedil;&otilde;es dos acad&ecirc;micos. Em rela&ccedil;&atilde;o as mudan&ccedil;as ocorridas ap&oacute;s o protesto ocorrido de 2010, ele&nbsp; afirmou. <em>&ldquo;Na verdade nada melhorou. O quadro se agravou ainda mais e os alunos t&ecirc;m sido v&iacute;timas constantes de assalto.&rdquo;&nbsp;</em></span></div>
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