Reforma administrativa

Marcelo Miranda anuncia extinção de pelo menos cinco secretarias e troca gestores da Saúde e Fazenda

Por Redação AF
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21/01/2016 10h12 - Atualizado há 1 ano
Da Redação // AF Notícias O governador Marcelo Miranda (PMDB) vai anunciar nesta quinta-feira (21) a primeira reforma administrativa do Governo, durante entrevista coletiva a ser realizada às 17 horas na sala de reuniões do Palácio Araguaia. Marcelo vai apresentar o novo modelo de gestão do Estado, incluindo troca de secretários, além da extinção e incorporação de pastas. Pelo menos cinco secretarias estaduais e uma autarquia serão extintas. Já as pastas da saúde e Fazenda terão novos gestores. Samuel Bonilha, da Saúde, já havia colocado o cargo à disposição ainda em dezembro, mas aguardava a decisão do governador sobre o novo nome. O médico carioca Marcos Esner Musafir, que foi secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro em 2014, é cotado para assumir a pasta. Na Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) sai Paulo Afonso Teixeira, auditor fiscal do Estado, e entra no seu lugar o analista de Finanças e Controle da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Edson Ronaldo Nascimento, que atualmente é superintendente executivo na Sefaz de Goiás. Extintas Entre as pastas a serem extintas estão a Secretaria de Desenvolvimento Regional, Urbano e Habitação (Sedruh), cujas atividades serão incorporadas à Infraestrutura. A pasta do Esporte, Lazer e Juventude (SEELJ) será incorporada à Educação. A Secretaria da Cultura (Secult), que foi recriada no início do governo, também está na lista de cortes e tem um futuro incerto. A Secretaria de Articulação Política, pasta criada para acomodar o ex-vice-governador, Paulo Sidney, será incorporada à Secretaria de Governo, bem como a Representação do Estado em Brasília. Entra ainda na lista de extinção a Agência Tocantinense de Ciência, Tecnologia e Inovação (Agetec). Reaproximação com Kátia Especula-se ainda que a reforma administrativa promovida por Marcelo Miranda pode reatar os laços políticos com o grupo de Kátia Abreu. Kátia e Marcelo deixaram de ser aliados políticos logo nos primeiros dias do governo, em decorrência de disputa pelo comando das secretarias. A nova estrutura ainda será enviada para apreciação dos deputados estadual na Assembleia Legislativa.

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