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Muro subterrâneo de concreto é construído em prisão do Tocantins para evitar fugas por túneis

A obra custou R$ 40 mil. Quatro túneis foram descobertos pelos agentes prisionais na unidade só em 2019.

Por Redação
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02/09/2019 09h43 - Atualizado há 6 meses
Casa de Prisão Provisória de Palmas

A Embrasil Serviços, empresa cogestora da Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), injetou 116 metros cúbicos de concreto usinado no terreno da unidade para evitar que presos escavem túneis.

O material, que possui maior qualidade e resistência quando comparado ao convencional, foi inserido em uma vala ao longo de todo o corredor externo de separação dos pavilhões, que incluem a área de banho de sol e a muralha de segurança da unidade prisional, formando um grande muro subterrâneo que impedirá tentativas de fuga por escavação de túneis.

A empresa investiu R$ 40 mil na obra, valor não previsto no contrato firmado com a Secretaria de Estado de Cidadania e Justiça (Seciju) e que se propõe a contribuir com o sistema prisional do Tocantins na contenção de fugas e aprimoramento da segurança do estabelecimento penal.

Realizamos esse investimento como contribuição para melhorar ainda mais a prevenção de fugas na unidade”, destaca Juliano Viana, gerente da Embrasil na CPP Palmas.

Nenhuma fuga é registrada na CPP Palmas há quase dois anos, mas as tentativas são frequentes, muitas delas por escavação. Só neste ano, quatro túneis foram descobertos pelos agentes prisionais. A nova medida preventiva margeia zonas da unidade prisional que concentram um grande número de tentativas de fuga por escavação.

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