Operação apreende produtos impróprios para consumo e até com data de validade adulterada

Por Redação AF
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10/11/2014 09h56 - Atualizado há 1 mês
<span style="font-size:14px;">Opera&ccedil;&atilde;o &quot;Pr&oacute;-consumidor&quot; vistoriou 30 estabelecimentos comerciais e industriais da cidade de Augustin&oacute;polis, entre segunda, 3, e sexta-feira, 7. Quase mil produtos industrializados, comercializados irregularmente, foram apreendidos, sendo 503 com prazo de validade vencido e 488 sem especifica&ccedil;&atilde;o da validade e da origem em seus r&oacute;tulos. A a&ccedil;&atilde;o foi r</span><span style="font-size:14px;">ealizada pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual (MPE), em parceria com as vigil&acirc;ncias sanit&aacute;rias do Estado e do munic&iacute;pio.</span><br /> <br /> <span style="font-size:14px;">A opera&ccedil;&atilde;o teve como alvo supermercados, mercearias, padarias, a&ccedil;ougues e f&aacute;bricas de latic&iacute;nios, e ainda apreendeu grande quantidade de produtos de origem animal, comercializados clandestinamente por n&atilde;o possu&iacute;rem selo de certifica&ccedil;&atilde;o. Foram retirados de mercado 180 litros de leite cru, 154 quilos de queijo e 82 quilos de carne, em especial lingui&ccedil;a caseira e frango caipira.<br /> <br /> Os fiscais constataram que a venda de medicamentos, atualmente restrita a farm&aacute;cias, ainda &eacute; costumeira em com&eacute;rcios varejistas em algumas cidades do interior. Em Augustin&oacute;polis, 82 medicamentos foram apreendidos. A venda de fogos de artif&iacute;cio, que requer autoriza&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, tamb&eacute;m foi constatada em diversos estabelecimentos.<br /> <br /> Ainda foram retirados de circula&ccedil;&atilde;o 253 quilos de cereais estragados de um &uacute;nico estabelecimento. Neste caso, trata-se de farinha, arroz e feij&atilde;o, vendidos a granel e que continham grande quantidade do inseto conhecido como &quot;caruncho&quot;.<br /> <br /> Tamb&eacute;m houve a apreens&atilde;o de itens com embalagens violadas e danificadas, al&eacute;m de 385 quilos de lingui&ccedil;a acondicionada fora da temperatura especificada pelo fabricante.<br /> <br /> <img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/opera%E7%E3o.jpg" style="width: 600px; height: 337px;" /><br /> <strong><u>Falsifica&ccedil;&atilde;o</u></strong><br /> <br /> Em um supermercado de m&eacute;dio porte, na ter&ccedil;a-feira, 4, foi constatada a pr&aacute;tica de adultera&ccedil;&atilde;o da validade de produtos. Ap&oacute;s apagar a data impressa pelo fabricante, um novo prazo de validade era carimbado. Cento e noventa e seis itens foram apreendidos nesta situa&ccedil;&atilde;o. No mesmo com&eacute;rcio, 122 unidades industrializadas n&atilde;o continham prazo de validade, aparentemente apagado em suposta adultera&ccedil;&atilde;o; e 293 itens estavam vencidos mas continuavam expostos &agrave; venda. A respons&aacute;vel pelo local foi conduzida &agrave; delegacia do munic&iacute;pio pela Pol&iacute;cia Militar, onde foi autuada em flagrante pela pr&aacute;tica de crime contra o consumidor.<br /> <br /> <strong><u>Abatedouro</u></strong><br /> <br /> Ainda foi vistoriado, pelo Promotor de Justi&ccedil;a Paulo S&eacute;rgio Ferreira de Almeida e por representante da Ag&ecirc;ncia Estadual de Defesa Agropecu&aacute;ria (Adapec), o abatedouro de bovinos do munic&iacute;pio, onde foi verificado alto n&iacute;vel de precariedade, especialmente quanto &agrave; sujeira do local, ferrugem do aparelhamento e deteriora&ccedil;&atilde;o do caminh&atilde;o destinado ao transporte da carne. Ainda, o abate praticado no local &eacute; caracterizado como &quot;desumano&quot;, ocorrendo ap&oacute;s pancada na cabe&ccedil;a dos animais, quando deveria ser realizado com o uso de uma pistola pneum&aacute;tica. A Adapec elaborar&aacute; laudo t&eacute;cnico sobre as condi&ccedil;&otilde;es de funcionamento do local, que ser&aacute; encaminhado ao Promotor para as provid&ecirc;ncias cab&iacute;veis.<br /> <br /> Um segundo relat&oacute;rio, a ser elaborado pelo Centro de Apoio Operacional do Consumidor, &oacute;rg&atilde;o de apoio do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual (MPE), relatar&aacute; ao Promotor de Justi&ccedil;a a situa&ccedil;&atilde;o de cada unidade comercial visitada.<br /> <img alt="" src="http://www.afnoticias.com.br/administracao/files/images/unnamed%20(5).jpg" style="width: 600px; height: 337px;" /></span><br />
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