Saúde

Pacientes em estado grave correm 'risco elevado de morte' por falta de UTI no HRA

Em razão da falta de leitos, o MPE já requereu na Justiça que sete pacientes sejam transferidos para outras unidades.

Por Redação 781
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19/03/2019 15h20 - Atualizado há 1 ano
Hospital Regional de Araguaína

Em razão da insuficiência de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto em Araguaína, o Ministério Público Estadual (MPE) requereu que sete pacientes que aguradam o serviço sejam transferidos para tratamento em outros municípios. Uma Ação Civil Pública foi ajuizada nessa segunda-feira (18).

Pela extrema gravidade e elevado risco de morte dos pacientes, a promotora de Justiça Araína Cesárea D’Alessandro requer que a transferência ocorra para unidade da rede pública ou particular de saúde onde houver vaga imediata.

Segundo foi levantado pela 5ª Promotoria de Justiça de Araguaína, seis pacientes estavam internados no Hospital Regional de Araguaína (HRA) na segunda-feira, alguns deles na sala vermelha, enquanto seus pedidos para transferência para UTI encontravam-se pendentes junto ao Núcleo Interno de Regulação da unidade hospitalar.

Outro paciente se encontrava internado no Hospital e Maternidade Dom Orione à espera de vaga em leito de UTI cardiológica. Mas sua transferência ocorreu nesta terça-feira, após a intervenção da 5ª Promotoria de Justiça de Araguaína.

Ao receber a ação do MPE, a juíza Milene de Carvalho Henrique requereu do Estado uma série de informações no prazo de 24 horas, entre elas a disponibilidade de leitos de UTI em outros hospitais do Tocantins.

Na esfera extrajudicial, a 5ª Promotoria de Justiça de Araguaína possui em andamento o Inquérito Civil Público que visa a ampliação da oferta dos leitos de UTI adulto no Hospital Regional de Araguaína. 

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